Peças Sonoras encerra circulação mineira em Tiradentes
Espetáculo de Thembi Rosa e O Grivo une dança, música e objetos sonoros em apresentações gratuitas nos dias 13 e 14 de maio.
Foto: Lis de Castro
Espetáculo de Thembi Rosa e O Grivo une dança, música e objetos sonoros em apresentações gratuitas nos dias 13 e 14 de maio.
Foto: Lis de Castro
Após passar por Belo Horizonte, Ipatinga e Nova Lima, “Peças Sonoras” encerra sua primeira circulação por Minas Gerais em Tiradentes. O espetáculo fará sessões nesta quarta e quinta-feira, dias 13 e 14 de maio, às 19h, no Centro Cultural Yves Alves.
A montagem integra a 13ª Mostra de Artes Cênicas Tiradentes em Cena. A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos na portaria meia hora antes das sessões.
Além disso, Thembi Rosa e O Grivo ministram uma oficina sobre música, dança e objetos sonoros na quinta-feira, 14 de maio, das 14h às 16h. A atividade também é gratuita, mas exige inscrição prévia.
“Peças Sonoras” nasceu da parceria entre a coreógrafa Thembi Rosa e o duo instrumental O Grivo. A criação reúne dança, música, instalações e esculturas cinéticas. Também aproxima improviso, imprevisto, recursos analógicos e digitais.
O espetáculo surgiu durante a pandemia, a partir do desejo de Thembi de dialogar com os objetos sonoros criados pelo duo. “‘Peças Sonoras’ surgiu na pandemia. Sempre assistindo aos concertos do Grivo, eu tinha vontade de ver essas esculturas cinéticas que eles fazem, em uma escala que desse para dialogar com o corpo. Queria dançar dentro desses objetos”, relembra.
Antes da versão cênica, o processo gerou uma série de vídeos na CasaManga, em Belo Horizonte. A primeira versão contou com Margô Assis, parceira de Thembi em diversos trabalhos. “Foram cinco vídeos com cinco objetos sonoros diferentes. A série se chamou ‘Tocar’, e o espetáculo derivou daí”, explica.
Na montagem, O Grivo criou objetos a partir do bambu. Eles utilizam microfones de contato, que produzem sons conforme o toque ou o deslizamento no chão. Assim, computadores, corpos, fios, bambus e madeiras formam um ambiente sonoro e coreográfico.
“Como esses objetos são bem flexíveis, eles trazem o imprevisto instigando aina mais a improvisação. A gente não tem um controle absoluto da cena, por mais que haja uma estrutura inicial, nem da coreografia e nem da sonoridade”, afirma Thembi.
“PEÇAS SONORAS” NA 13ª MOSTRA DE ARTES CÊNICAS TIRADENTES EM CENA
Local: Centro Cultural Yves Alves.
Datas:13 e 14 de maio (quarta e quinta-feira), às 19h.
Entrada gratuita, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões.
Mais informações no Instagram @thembirosa.
Publicado por Floriano Comunicação
Publicado em 12/05/26