Teatro

“…quando tudo desaparecer…” estreia em BH em junho

Peça de Rafael Vidigal marca a estreia do jornalista, letrista e poeta na dramaturgia e reúne elenco com Gláucia Vandeveld, Adyr Assumpção, Cláudio Dias e Camila Felix.

Gláucia Vandeveld, Cláudio Dias, Camila Felix e Adyr Assumpção estrelam '...quando tudo desaparecer...' | Foto: Luiza Villarroel

A peça “…quando tudo desaparecer…”, escrita por Raphael Vidigal Aroeira, estreia em junho em Belo Horizonte. A montagem marca a primeira incursão do jornalista, letrista e poeta na dramaturgia. No centro do texto está uma pergunta que atravessa todas as personagens: o que resta quando tudo desaparece?

A temporada começa no Teatro João Ceschiatti, no Palácio das Artes, de 4 a 7 de junho. Em seguida, o espetáculo segue para o Teatro da Cidade, nos dias 11, 12 e 14 de junho. A montagem integra a programação do Palácio Todo Dia e do No Palco Cidade.

Com direção de Gabriela Luque, o trabalho parte de uma abordagem pós-dramática. Assim, a cena se constrói em um jogo entre realidade e fantasia. A trama acompanha uma mãe diante da ausência da filha. Além disso, apresenta um amor que nunca se realizou por inteiro e que ainda enfrenta os fantasmas do que poderia ter sido.

O elenco reúne Gláucia Vandeveld, Adyr Assumpção, Cláudio Dias e Camila Felix. Os quatro artistas dão corpo a personagens densas, marcadas por culpa, remorso, melancolia, esperança, peso e leveza.

Elenco reúne nomes da cena mineira

Gláucia Vandeveld integra a Zula Cia de Teatro e tem no currículo espetáculos como “Banho de Sol” e “CASA”. Também dirige “Às que aqui ficaram”, da Tríade Cia. de Teatro. No cinema, participou de “Levante”, “No Coração do Mundo” e “Arábia”. Além disso, atua como professora nos Cursos Livres de Teatro do Galpão Cine Horto.

Cláudio Dias, ator, diretor e membro-fundador da Cia. de Teatro Luna Lunera, soma uma trajetória marcada por trabalhos como “Fazer festa com o perigo: Cintura Fina”, “Auto da Compadecida: A Ópera”, “E ainda assim se levantar”, “Perdoa-me por me traíres” e “Antígona”. Também co-dirigiu e atuou em “Aqueles Dois” e “Prazer”.

Adyr Assumpção assina uma carreira como ator, diretor, dramaturgo e produtor. Recentemente, adaptou e dirigiu “Sortilégio”, de Abdias Nascimento. Também esteve em turnê nacional com “Leão Rosário”, adaptação de “Rei Lear”, de Shakespeare. No cinema, pode ser visto em “O Silêncio das Ostras” e “O Coro do Te-ato”.

Camila Felix é atriz, bailarina e coreógrafa. Formada em Teatro pela UFMG, foi dançarina do Grupo Primeiro Ato e integrou, em 2023, o elenco da versão do Grupo Oficcina Multimédia para “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues. No cinema, protagonizou “Anita Garibaldi: Visões e fragmentos de Vida”.

A criação reúne ainda trilha sonora de Ed Nasque, figurinos e cenografia de Alê Tavera, iluminação de Gabriel Corrêa e projeções de Felipe Canêdo. Com esses elementos, a montagem propõe uma travessia sobre a passagem do tempo, a ausência e a dor da perda.

Serviço

Peça “…quando tudo desaparecer…”, de Raphael Vidigal Aroeira

Teatro João Ceschiatti no Palácio das Artes
Data: 04 a 07 de junho.
Quinta a sábado, às 20h; e domingo, às 19h.
Ingressos: Entre R$15 e R$30, pela Sympla ou na bilheteria

Teatro da Cidade
Data: 11, 12 e 14 de junho.
Quinta e sexta, às 20h; domingo, às 19h
Ingressos: Entre R$30 e R$60, pela Sympla.

Funarte MG
Data: de 18 de junho a 28 de junho.
Quintas e sextas às 20h; sábados e domingos às 19h.
Ingressos: Entre R$15 e R$30, pela Sympla.

Mais informações no Instagram @quandotudodesaparecer.

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Publicado por Raphael Vidigal Aroeira

Publicado em 29/05/26

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“…quando tudo desaparecer…” estreia em BH em junho

Peça de Rafael Vidigal marca a estreia do jornalista, letrista e poeta na dramaturgia e reúne elenco com Gláucia Vandeveld, Adyr Assumpção, Cláudio Dias e Camila Felix.

Gláucia Vandeveld, Cláudio Dias, Camila Felix e Adyr Assumpção estrelam '...quando tudo desaparecer...' | Foto: Luiza Villarroel

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