Orquestra Sinfônica de Minas Gerais apresenta concertos com obras do romantismo alemão
Pianista Jean Louis Steuerman é o destaque das apresentações nos dias 8 e 9 de julho no Palácio das Artes
Foto: Paulo Lacerda
Pianista Jean Louis Steuerman é o destaque das apresentações nos dias 8 e 9 de julho no Palácio das Artes
Foto: Paulo Lacerda
A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) realiza duas apresentações da série “Concertos da Liberdade – Série Pianíssimo”. As performances serão nos dias 8 e 9 de julho, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes.
No dia 8, ao meio-dia, o público poderá conferir trechos do repertório de forma gratuita, sem retirada prévia de ingressos. Já no dia 9, às 20h, será apresentado o concerto completo, com ingressos a R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada), à venda na bilheteria do teatro e pela Eventim.
Sob regência da maestra titular Ligia Amadio, o programa traz obras de Clara Schumann, Robert Schumann e Johannes Brahms.
A abertura será com a “Romance nº 3 para violino e piano”, de Clara Schumann. A obra será interpretada por Jean Louis Steuerman e pelo spalla da OSMG, Alexandre Kanji.
Em seguida, teremos o “Concerto para piano e orquestra em lá menor”, de Robert Schumann. A noite se encerra com a “Sinfonia nº 1 em dó menor”, de Johannes Brahms, composição que levou duas décadas para sua conclusão.
Reconhecido internacionalmente, Jean Louis Steuerman começou a tocar aos quatro anos e ganhou projeção após conquistar o segundo lugar no Concurso Johann Sebastian Bach, em Leipzig, em 1972.
O pianista afirma ser uma alegria participar do concerto. “O romantismo alemão, tanto no pensamento, na literatura, pintura, mas especialmente na música nos trouxe o que temos de mais precioso em nossa cultura. Fico feliz de poder colaborar com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais para trazer ao público mineiro essa incrível beleza, um dos patrimônios mais importantes da humanidade”, declara.
O concerto também celebra a trajetória de Clara Schumann, considerada uma das grandes pianistas do século XIX.
Nascida em 1819, Clara foi uma criança prodígio e, ainda jovem, teve sua arte comparada à de nomes como Chopin e Liszt. Casou-se com Robert Schumann e passou a promover a obra do marido, além de manter uma amizade duradoura com Brahms.
Sua produção inclui peças de câmara, solos para piano e composições orquestrais. Mesmo em um contexto adverso às mulheres na música, Clara deixou um legado relevante para a história da arte.
Dia 8 de julho
Horário: 12h
Entrada gratuita (sem retirada prévia)
Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes
(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro)
Dia 9 de julho
Horário: 20h
Ingressos: R$30 (inteira) | R$15 (meia)
Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes
Classificação indicativa: 10 anos
Mais informações no site da Fundação Clovis Salgado
Publicado por juniodecarvalho
Publicado em 02/07/25