Exposição celebra corpo negro e ancestralidade
Mostra com obras de cinco artistas mulheres encerra o “Julho das Pretas” no IEPHA, em BH
Foto: Aziza Eduarda
Mostra com obras de cinco artistas mulheres encerra o “Julho das Pretas” no IEPHA, em BH
Foto: Aziza Eduarda
A exposição “O som que ressoa em mim foi meu ancestral que tocou” fechou as ações do “Julho das Pretas” em Belo Horizonte. A mostra, com curadoria de Alinne Damasceno, destaca a produção de cinco artistas mulheres negras e celebra o corpo negro e ancestralidade. A visitação está aberta gratuitamente até 29 de agosto no Prédio Verde do IEPHA-MG, na Praça da Liberdade.
Realizada pelo Ministério Público de Minas Gerais em parceria com a Fundação Clóvis Salgado, a mostra traz 13 obras que dialogam com a ancestralidade afro-brasileira e o território mineiro. São fotografias, bordados, instalações e videoperformances que revelam processos históricos e espirituais.
O recorte curatorial inclui trabalhos de Massuelen Cristina (bordado e instalação), Aziza Eduarda (fotografia), e Suellen Sampaio, Virgínia Dandara e Laiza Lamara (videoperformance). As obras promovem encontros entre gerações e experiências, tratando da relação entre corpo negro, espiritualidade e pertencimento.
Para Alinne Damasceno, a exposição é um convite à escuta sensível da ancestralidade. “Essa efervescência cultural evidencia como os ensinamentos sagrados não se perderam. É possível reescrever histórias, vivenciar processos de cura e imaginar futuros possíveis”, afirma.
Exposição: O som que ressoa em mim foi meu ancestral que tocou
Abertura: 31 de julho (quinta-feira), das 17h às 20h
Período: 31 de julho a 29 de agosto
Visitação: Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h
Local: Prédio Verde do IEPHA-MG – Praça da Liberdade, 470, Funcionários, BH
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita
Mais informações no Instagram @iepha_mg.
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Publicado por juniodecarvalho
Publicado em 04/08/25