Teatro

Sucesso por onde passa, a peça teatral “Tom na Fazenda” chega finalmente a BH

Tom na Fzenda. Foto Victor Pollak

Protagonizado por Armando Babaioff, “Tom na Fazenda” acaba de encerrar uma vitoriosa temporada em Paris

Por Patrícia Cassese | Editora Assistente

A expectativa era a de que a entrevista de Armando Babaioff ao Culturadoria, não tendo como ser presencial (afinal, ele estava em Paris), fosse registrada em vídeo. No entanto, na hora agendada pela produção, o ator estava mais uma vez engolfado pelo turbilhão que se tornou sua vida – em particular, em função dessa nova passagem pela França.

Não bastasse, naquele momento, Armando também estava penando com a instabilidade na rede do wi-fi.  E, assim, o bate-papo a respeito do sucesso da peça teatral “Tom na Fazenda”, que finalmente chega a Belo Horizonte, no final deste mês, teve início com um Babaioff ainda finalizando o almoço em um restaurante, prosseguiu com ele e colegas de peça entrando numa estação de metrô e consumiu o tempo do trajeto até o Quartier Latin.

Não só. Seguiu com o desembarque da trupe e só foi concluído quando eles já estavam se aproximando do destino que ocuparia a tarde daquele dia: no 5ème arrondissement, o grupo iria conhecer um centro cultural que estava sendo inaugurado no complexo da Sorbonne.

Ah, sim. Em meio ao trajeto, Armando Babaioff aproveitou para relatar, à reportagem, a título de curiosidade mesmo, o momento em que o grupo topou com uma das várias manifestações que têm assolado a capital francesa (e outras cidades daquele país também) desde que o presidente Emmanuel Macron resolveu levar uma polêmica reforma previdenciária adiante, mesmo sem aprovação do Congresso. Mas esta é outra história.

Temporada na cidade da luz

A ida a Paris é mais um momento que baliza o sucesso de “Tom na Fazenda”, que cumpriu temporada no palco do Théâtre Paris-Villette. Aliás, a agenda por lá foi inclusive estendida, a pedido do teatro, provando que a peça teatral de fato marca um ponto de virada na carreira do ator (e também produtor e tradutor).

Com direção de Rodrigo Portella e baseado no texto do autor canadense Michel Marc Bouchard, “Tom na Fazenda” chega a Belo Horizonte – precisamente, no palco do Cine Theatro Brasil Vallourec, dias 28, 29 e 30 deste mês – exatamente cinco anos após sua primeira apresentação, em 2017.

Desde então, já foi assistida por mais de 45 mil pessoas, tendo faturado prêmios como os da Associação de Críticos de Teatro de Québec, Cesgranrio, Shell, APTR, Botequim Cultural, Questão de Crítica, Cenym e APCA.

Um parênteses: a chegada a BH marca uma coincidência. É o citado Rodrigo Portella também responde pela direção (junto à dramaturgia) de “Ficções“, peça que está em cartaz no CCBB BH, com Vera Holtz como protagonista, e que adapta o livro “Sapiens – uma breve história da humanidade”, do filósofo Yuval Noah Harari.

Livro, filme, peça

Quando falamos que “Tom na Fazenda” marca um ponto de virada na carreira do ator Armando Babaioff, é preciso ressaltar que todos os frutos que a empreitada está colhendo devem-se em boa parte a um esforço particular dele, que, até 2014, curiosamente não conhecia o texto.

Foi naquele ano, ao sair de uma sessão de cinema, que um amigo, que o acompanhava, especulou que o ator certamente gostaria de um filme que ele havia visto há pouco. Estava se referindo à transposição do livro “Tom na Fazenda” pelo jovem diretor franco-canadense Xavier Dolan.

Também (excelente) ator e conhecido como o “enfant terrible” do cinema contemporâneo, Dolan apresentou “Tom à La Ferme” no Festival de Cinema de Veneza em 2014, com ele próprio interpretando o personagem principal da história, Tom, homem que se dirige à fazenda da família do recém-finado companheiro.

Ao chegar, ele descobre que a sogra não só desconhecia a existência dele como tampouco sabia que o filho era gay. Não bastasse, enfrenta a hostilidade do cunhado.

Na montagem brasileira, Babaioff é Tom, enquanto Soraya Ravenle, a sogra. Já o irmão é vivido por Gustavo Rodrigues.

Contato inicial com o texto

Voltando ao dia da citada sessão de cinema, onde Armando Babaioff ouviu falar pela primeira vez de “Tom na Fazenda”, o ator revela que teve sua curiosidade ainda mais aguçada ao saber que o filme que o amigo havia assistido era uma adaptação de um texto feito originalmente para o teatro (pelo já citado Bouchard).

É que, cumpre frisar, as artes cênicas são a grande paixão do ator, que começou a se exercitar neste universo com apenas 11 anos de idade. “Quando ele me falou isso, de pronto já fui falando para nem me adiantar a história, porque eu queria ir direto à fonte. Naquele momento, já nem queria mais ver o filme logo de início”, ri.

Ao chegar em casa (“curioso que sou”, brinca), Armando ligou o computador e acabou achando a peça na internet, em inglês. “Comecei a ler, daí saí, fui a uma livraria, comprei o livro… e mergulhei nele. No prólogo, já estava encantado”, rememora Armando Babaioff, ao Culturadoria.

Tom na Fazenda. Foto Victor Pollak

Work in progress

Outro fator que pesou para Armando Babaioff já enxergar, ali, naquele estágio inicial, uma possibilidade de montar o espetáculo “Tom na Fazenda” no Brasil foi o número de atores que a montagem exigia: quatro. “Pela dificuldade de se produzir teatro aqui, no país, é um número que considero perfeito”, afiança.

 E à medida que avançava na leitura, Babaioff consolidava a certeza de que sim, tinha que encenar aquele material. “‘Tom na Fazenda’ é muito bem escrito. Ainda na leitura, eu já ficava  pensando quem poderia fazer o personagem tal, quem iria assinar o figurino, quem dirigiria, quem faria a luz”, especifica.

Até a estreia da montagem de “Tom na Fazenda”, que, como dito, aconteceu em 2017, porém, houve todo um processo que consumiu três anos. “Então, meu sonho se tornou realidade, mas demorou, em função das várias etapas necessárias, como contactar o autor, adquirir direitos autorais, fazer a tradução”, lista.

A estreia, em março de 2017, foi no Teatro Oi Futuro, no Rio de Janeiro, com uma cereja no bolo: a presença do autor canadense na plateia.

Apresentações por todo Brasil

No ano seguinte, “Tom na Fazenda” participou do Festival de Teatro de Curitiba, do Festival Palco Giratório do SESC, em Porto Alegre, do Festival de Inverno de Garanhuns (PE)  e do Festival Cena Contemporânea, em Brasília.

Ainda naquele ano, veio a oportunidade de levar “Tom na Fazenda’ para o Canadá: a peça participou do Festival TransAmériques (FTA), ocupando o palco do Centre de Création et de Diffusion Usine C.

Em 2019, o espetáculo foi contemplado com o Prêmio Tônia Carrero de Teatro e circulou pelas zonas oeste e norte do Rio de Janeiro, além de ter tido uma apresentação em Rio das Ostras, na região dos Lagos.  No mês de março, “Tom na Fazenda” estreou sua oitava temporada, primeira na cidade de São Paulo, no Sesc Santo Amaro.  

Em maio, “Tom na Fazenda” fez uma circulação por cinco teatros da rede SESI-Firjan. Em julho, duas apresentações no FIT Rio Preto, e, em setembro, no Sesc Santos. A última temporada no Rio de Janeiro antes da pandemia foi no Teatro Petra Gold, em fevereiro de 2020. Daí, veio a suspensão social.

Com o paulatino retorno das atividades presenciais, em 2021, a convite da Secretaria de Cultura de Fortaleza, “Tom na Fazenda” foi o espetáculo incumbido de marcar a reabertura do Theatro São João, em Sobral, tendo também passado pelo Cine Teatro São Luís, em Fortaleza.

No mesmo ano,  Armando Babaioff e equipe  voltaram ao Rio, lotando o Teatro Firjan Sesi, em curtíssima temporada, em outubro.

Passagem por Avignon

No ano passado, com a vacinação já em curso e a possibilidade de um retorno mais efetivo do público aos teatros, Armando Babaioff resolveu investir ainda mais no projeto levando o espetáculo “Tom na Fazenda” à programação Off do celebrado Festival de Avignon, na França.

O Festival de Avignon, vale assinalar, é o mais antigo evento do gênero ainda em curso naquele país – foi criado em 1947 e é realizado sempre em julho, na cidade localizada na região sul. “Tom na Fazenda” ocupou o palco do teatro Château de Saint-Chamand, do coletivo La Manufacture.

À época, o jornal “O Globo” publicou matéria citando as filas de espera diárias para assistir à montagem brasileira, assim como a necessidade, por parte da produção, da colocação de ao menos 20 cadeiras extras, todas as noites.

“Na verdade, desde o início ‘Tom na Fazenda’ me ajudou a visualizar muita coisa”, conta Armando Babaioff, ao Culturadoria. “O convite para Montréal, o fato de termos ganhado prêmios, a temporada… Isso foi tudo foi me dando pistas de que havia um potencial de internacionalizar a montagem”, explica o ator.

“Mas, claro, não é um processo fácil, envolve muita coisa”, relembra, acrescentando que, a partir de 2018, o Brasil já vivia um período de desmonte de políticas culturais.

Tom na Fzenda. Foto Victor Pollak

Projeto de economia criativa

Esta constatação, aliás, ativou a faceta de investidor de Babaioff, no caso da citada ida a Avignon. “Decidi investir em um projeto de economia criativa com a consciência de que ‘Tom na Fazenda’ tinha um potencial forte de acontecer no exterior”, diz. A participação no evento, na verdade, vinha sendo sonhada desde 2020, mas acabou postergada pela pandemia.

Foi uma ida pensada, mas, de todo modo, difícil, conta ele. “Estamos falando de um período no qual a moeda brasileira ficou muito defasada diante do planeta. O que antes era, sei lá, um (dólar) para quatro reais e pouco, virou um para quase seis reais. Mas não desisti”, prossegue Babaioff.

O ator continua: “Fomos para Avignon com os melhores profissionais (no apoio). E aí estou falando da figura de uma difusora cultural, que não existe no Brasil. É a pessoa encarregada de vender a produção e, no caso, articular a participação de ‘Tom na Fazenda’ em outras feiras e festivais de artes cênicas”, descreve ele.

O ator lembra que o Festival de Avignon pode ser descrito como uma feira de artes cênicas, no qual grande parte dos participantes vai mostrar o peixe que tem “a vender”. “E o que tínhamos a vender era a peça, ‘Tom na Fazenda’. Fizemos a montagem em um teatro situado a 15 minutos de Avignon, com uma assessoria de imprensa que reunia os melhores profissionais, para, de fato, tentar fazer isso acontecer”, esmiúça.

Investimento

Um investimento alto. “Brinco fazendo uma comparação que até vai fazer mais sentido para você, que é de Minas de Gerais”, diz. É que Armando fala que, com o que investiu para levar “Tom na Fazenda” a Avignon, poderia ter montado uma franquia da Casa do Pão Queijo.

“Mas a grande verdade é que eu não sei fazer pão de queijo e não ia ser feliz. Então, resolvi investir no que me faz feliz. Neste momento (no dia da entrevista), estou, como te falei, no metrô. Olhando aqui (no vagão), para essa equipe que está comigo.. São 11 pessoas! Parece um sonho. Isso é muito doido! Isso (que eles estavam vivendo), você não aprende isso na faculdade”, pontua.

O teatro brasileiro em foco

Ainda sobre a passagem por Avignon com “Tom na Fazenda”, Armando Babaioff lamentou, à reportagem do Culturadoria, o fato de constatar, que, lá, a acolhida que receberam contrastava vivamente com a falta de incentivo que algumas esferas administrativas do Brasil dedicavam às artes, à época.

“Num espectro mais amplo, a gente estava ali, em Avignon, defendendo o teatro brasileiro. Defendendo o que a gente faz no Brasil. E, agora, aqui, em Paris, neste momento, é importante enfatizar que também estamos falando sobre o teatro brasileiro. Estamos trocando ideias com artistas franceses que estão curiosos sobre o fazer teatral no Brasil. Tudo o que está acontecendo aqui, agora, é muito grande. O público, a crítica, a classe teatral, todo mundo está comentando (a passagem de “Tom na Fazenda” em Paris)”.

Mas, afinal, qual é o pulo do gato da peça de Michel Marc Bouchard, na opinião de Armando Babaioff?

“Eu acho que ‘Tom na Fazenda’ evoca sentimentos que só o teatro mesmo é capaz de provocar. O teatro, essa arte que existe há três milênios, é realmente catártica. Mesmo que a história que esteja sendo contada ali, no palco, naquele momento, não tenha, a princípio, nada a ver com você. Mesmo que você não se identifique com absolutamente nada numa primeira camada”, opina Babaioff.

O ator analisa que a discussão que está ali, em “Tom na Fazenda”, a princípio ligada à homofobia, é um guarda-chuvas que abarca outros tantos lugares no qual a intolerância reverbera, como nos episódios de xenofobia, misoginia ou racismo, entre tantos outros. 

“Estamos falando de coisas horríveis que o ser humano é capaz de fazer (por conta da intolerância)”, explana.

Num espectro mais amplo, pois, Armando Babaioff  celebra o poder de a narrativa provocar a reflexão. “Muita gente acha que o teatro é inofensivo, mas, na verdade, é uma ferramenta que possibilita que o espectador vá além do pensamento. Que ‘pense’ também com o estômago, com o coração. ´’Tom na Fazenda’ fala da gente, de todos nós. E, por meio do feedback desta peça, tem sido muito gratificante perceber o tanto que o teatro comunica”.

Foto: Victor Pollack.

Confira, a seguir, outros trechos da entrevista

Procede que você alterou alguma coisa ou outra do texto original para que a narrativa se comunicasse mais com a realidade brasileira?

Assim como já aconteceu outras vezes quando leio obras de autores internacionais, acabo me deparando com determinadas descrições de particularidades do país no qual a narrativa originalmente se passa, e que, na minha opinião, acabam, digamos assim, desviando a atenção do contexto. Como especificações geográficas, por exemplo. Porque, claro, você está falando de um outro país, de uma outra cultura.

Então, no caso de “Tom na Fazenda”, quis tirar algumas coisas que, na minha visão, talvez afastassem a atenção do público, me tomando como exemplo. Caso de referências climáticas, tipo a neve, ou de palavrões.  E tentei criar a sensação de estar falando de algum lugar no interior do Brasil, tornando a coisa mais universal.

Fora isso, há também o tal lugar de criação. De liberdade de criação, que acontece na sala de ensaio, onde muita coisa que acontece ali vai sendo incorporada ao texto. A gente ia absorvendo e colocando como adaptação. Por exemplo, eu tive uma, digamos assim, licença poética, mas não vou adiantar para não estragar a surpresa do público (risos).

Eu queria que você falasse do cenário, ou melhor, da ausência proposital de elementos cênicos…

Nas primeiras semanas, o diretor falou: “Eu vejo lama neste trabalho”. Aliás, de pronto pensei nele para essa montagem justamente por conta dessa nossa relação, eu o conheço muito e ele me conhece bastante. Quando o assunto cenário surgiu nas conversas, ele já foi dizendo que não iria facilitar a vida da gente.

Sem cenário,  nós, atores, não temos onde ancorar, segurar. Não tem nada que se coloque entre a gente, então, tudo pode acontecer. E fora o fato de que uma peça sem cenário evoca o que há de mais básico, que é o teatro, puro.

Então, é uma peça sem subterfúgios. E isso amplifica a potência do texto e a interpretação dos atores. E, na verdade, é uma história na qual realmente você não precisa de absolutamente nada, além do texto, para contá-la.

Você falou sobre as dificuldades que a cultura enfrentou nos últimos anos, no Brasil. O que você espera daqui pra frente em relação a políticas de fomento, que promovam a valorização das artes, de uma maneira geral?

Meu desejo é que, para além de tudo o que a arte propicia, o Brasil passe a olhar para a cultura também como um setor que movimenta a economia. Porque a economia criativa, no Brasil, movimenta muito dinheiro. Aliás, a gente está falando sobre o óbvio, e, na verdade, isso acaba sendo cansativo.

Sinto um pouco de tristeza em sempre voltar a isso, ao básico. Essa experiência que tivemos em Avignon foi uma espécie de choque cultural para mim. Chegar numa cidade pequena, no interior, mas que sedia um festival que, em um espaço de um mês,  vende milhões de ingressos.

NR. Matéria publicada no jornal Liberátion, em 2019 (antes da pandemia), lembrava que, naquele ano, só a OFF estava oferecendo a venda de 3,5 milhões de ingressos.  A reportagem também publicou resultados de uma pesquisa apontando que, no geral, o turista que vai a Avignon para o evento permanece, em média, por um período de 7 dias, gastando em torno de 150 euros em ingressos e mais 500 euros durante a sua permanência na cidade, incluindo hospedagem e alimentação.

Então, estou falando de dinheiro, falando de algo que é benéfico para a economia de um país… Por isso, conclamo vocês, da imprensa, a falar mais sobre isso, a tentar desmistificar um pouco o que são leis de incentivo e a reiterar a importância do setor cultural.

Como foi esta temporada em Paris?

Olha, o que está acontecendo com essa peça é incrível. Cara, a coisa é tão louca que me surpreendo a todo momento. Quando pensava que ‘Tom na Fazenda’ ter uma temporada em Paris já era o suprassumo, vem a crítica especializada e incensa a montagem, no Le Monde, no Libération. Eu nunca imaginei que teria o meu nome citado numa crítica do Le Monde. E aí vem a proposta de a gente estender a temporada, porque a peça está fazendo sucesso. E a turnê que era de dois meses se desdobra por quatro.

Sem dúvida, então, você está vivendo um momento único em sua carreira, apesar dos vários feitos que sua trajetória já registra

Com certeza estou no melhor momento da minha carreira. Já fui protagonista de cinema (Como em “Homem Livre”, de Alvaro Furloni), papéis de destaque na TV, mas o teatro é o lugar que me traz para a certeza da vida. É onde quero estar. 

É um lugar, principalmente, de renovação do pensamento do artista. Sou muito grato ao teatro. Comecei aos 11 anos, em Jacarepaguá, numa escola pública (a Escola Municipal Pio X).

Veja, minha mãe só estudou até a quarta série e meu pai, que hoje é aposentado, foi vendedor autônomo. Então, se, lá atrás, me falassem o que está acontecendo hoje, eu iria rir. Porque era impensável. 

Mas meus pais  nunca duvidaram dos meus sonhos. Minha mãe, certa vez, me disse: “Filho, se você quiser ser ator, vá em frente. Eu só não vou poder te ajudar. Você vai ter que correr atrás do seu sonho, mas vá”.

Em tempo: no segundo semestre de 2023, ‘Tom na Fazenda’ dará início à primeira parte de uma turnê pela Europa.

Indicações e prêmios

  • Prêmio Aplauso Brasil 2019 (5 indicações): Iluminação (Tomás Ribas), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Espetáculo Independente.
  • Espetáculo vencedor do Prêmio APCA 2019 na categoria teatro.
  •  Espetáculo vencedor do prêmio de melhor espetáculo estrangeiro da Associação de Críticos de Teatro de Québec.
  •  30º Prêmio Shell de Teatro (5 indicações): Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenografia (Aurora dos Campos) e Música (Marcelo H.). Espetáculo vencedor em duas categorias: Direção (Rodrigo Portella) e Ator (Gustavo Vaz).
  •  5º Prêmio Cesgranrio de Teatro (7 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas), Espetáculo e Especial (Lu Brites, pela preparação corporal). Espetáculo vencedor em três categorias: Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz) e Cenografia (Aurora dos Campos).
  • 12º Prêmio APTR (6 indicações): Espetáculo, Produção, Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Iluminação (Tomás Ribas) e Cenografia (Aurora dos Campos). Vencedor na categoria Melhor Espetáculo.
  • Prêmio Cenym de Teatro Nacional (17): Espetáculo, Direção, Ator (A. Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Camila Nhary e Kelzy Ecard), Texto Adaptado, Qualidade Artística, Qualidade Técnica, Elenco, Preparação Corporal (Lu Brites), Iluminação, Cenário, Montagem, Cartaz ou Programação Visual (Bruno Dante), Fotografia de Publicidade (José Limongi, Renato Mangolin e Ricardo Brajtman) e Trilha Sonora (Marcello H).  Espetáculo vencedor em oito categorias: Espetáculo, Direção, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard), Qualidade Artística, Montagem e Preparação Corporal (Lu Brites).

Saiba mais sobre o evento

Inscreva-se no nosso canal no WhatsApp

Participe do nosso canal no Whatsapp e receba as novidades em primeira mão!

QUERO PARTICIPAR
Inscreva-se no nosso canal no WhatsApp

Publicado por Patrícia Cassese

Publicado em 25/04/23

Compartilhar nos Stories