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Curadoria de informação sobre artes e espetáculos, por Carolina Braga

Madeleine Peyroux vem aí! Conheça curiosidades sobre a carreira dela

Cantora se apresenta em Belo Horizonte no mês de setembro. Veja algumas razões para ir ao show dela

Por Jaiane Souza *

05/08/2019 às 08:58 | * Escreveu com a supervisão de Carolina Braga

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Foto: Yann Orhan / Divulgação.

O nome é francês. Mas Madeleine Peyroux é natural dos Estados Unidos. Mais precisamente de Athens, Geórgia. Ela é uma cantora de jazz e já foi considerada a Billie Holiday do século XXI, destacando-se pelo estilo vocal. Além da Geórgia, Madeleine também morou na Califórnia, em Nova York e em Paris. 

Madeleine Peyroux se apresenta em Belo Horizonte em setembro. Será o lançamento por aqui do trabalho mais recente: Anthem. O repertório, claro,  vai ter um pouco de tudo da carreira. 

Quem a conhece, sabe. Peyroux não se atém ao jazz. Blues, folk, soul-funk e pop fazem parte do repertório da artista. Sendo assim, se ainda tem dúvidas se vai comparecer ou não no show da cantora em BH nós vamos te ajudar. Vamos te explicar quem ela é e te dar alguns motivos pelos quais você deveria ir ao show em setembro.

 

Carreira

Madeleine descobriu a sua vocação para a música quando morou em Paris. Assim como aconteceu com Edith Piaf, Madeleine iniciou-se artisticamente nas ruas da capital francesa. Após isso, com cerca de 15 anos, entrou em um grupo de músicos de rua chamado The Riverboat Shufflers. No começo, ela era responsável por passar o chapéu para recolher dinheiro, mas logo se tornou a vocalista do grupo. 

Logo após, fez parte The Lost Wandering Blues and Jazz Band, com a qual viajou pela Europa. Durante todo esse período a cantora amadureceu musicalmente se seguiu a carreira. 

 

Foto: KEVIN COOPER/Divulgação

 

Álbuns

Madeleine gravou o primeiro disco apenas aos 23 anos, em 1996. O álbum Dreamland foi lançado por Yves Beauvais, produtor da Atlantics Records. Foi ele quem descobriu a cantora. 

O sucesso do primeiro disco intimidou Peyroux. Por isso, ela se refugiou nos mesmos ambientes anteriores. Quase dez anos depois ela reapareceu dizendo que precisava dar “uma respirada”. 2014 foi o ano do seu reaparecimento, trazendo junto um novo disco: Caressless. O álbum, assim como o anterior, tem interpretação leve e intimista e evoca raízes do blues, jazz, folk e country. 

No ano seguinte foi a vez do Brasil receber apresentações da cantora. A passagem foi bem aproveitada, já que Madeleine teve tempo de gravar um dueto com Martinho da Vila para um disco dele. 

 

 

Peyroux lançou ainda Got You on My Mind (2004), Half the Perfect World (2006), Bare Bones (2009), Standing on the Rooftop (2011), The Blue Room (2013) e Secular Hymns (2016). 

 

Trabalho mais recente

Anthem é o nono álbum dos 23 anos da carreira de Madeleine Peyroux. E é ele que vem ser apresentado no Brasil no próximo mês. Entretanto, não se preocupe, músicas consagradas da artista serão interpretadas. 

O novo disco foi feito em parceria com Larry Klein e tem origem nas eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2016. As músicas passam por abordagens políticas sob olhar do mundo atual de Madeleine. 

 

Vida pessoal e vida pública

Sabe quando você tem vontade de, simplesmente, desaparecer do mapa sem deixar nenhum rastro? Madeleine já fez isso e intrigou muita gente. A primeira vez foi após o lançamento do seu primeiro disco. A cantora ficou fora dos holofotes durante quase dez anos até “reaparecer”. Em síntese: ela buscava por novos ares e parece que encontrou. Retornou com o lançamento do seu segundo álbum. Tão aclamado quanto o primeiro.

A vida pessoal e pública da artista também não se misturam. Não há notícias sobre a intimidade de Peyroux por aí como acontece com outros artistas conhecidos nacional e mundialmente. O diferencial desse fato é que o público fica ainda mais curioso em relação à cantora. Em resumo: de onde vem as suas inspirações? Ela compõe sozinha? Com quem vive? Tem gatíneos em casa? Não saberemos tão cedo.

 

[O QUE] Show de Madeleine Peyroux [QUANDO] 20 de setembro, 21h [ONDE] Palácio das Artes – Av. Afonso Pena, 1537, Centro – BH – (31) 3236-7400 [QUANTO] Plateia superior: R$ 220 (inteira) e R$ 110 (meia); Palteia II: R$ 320 (inteira) e R$ 160 (meia); Plateia I: R$ 360 (inteira) e R$ 180 (meia)

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