Cinema

5 razões para assistir “A Lista da Minha Vida”, filme da Netflix

O longa mistura comédia romântica e drama para falar de desejos esquecidos

A lista da minha vida. Foto: Netflix Divulgação

Estrelado por Sofia Carson, A Lista da Minha Vida é uma comédia dramática leve, dessas que a gente começa a assistir sem grandes expectativas — e termina com algumas perguntas na cabeça. O filme dirigido e escrito por Adam Brooks, foi lançado na Netflix em 28 de março de 2025. É uma adaptação do romance homônimo de Lori Nelson Spielman, publicado em 2013.

Na história, Alex é uma jovem que perde a mãe e, em vez de uma herança tradicional, recebe uma missão: cumprir os itens de uma lista que escreveu aos 13 anos. A cada desejo realizado, ela recebe um DVD com uma mensagem da mãe. É a partir daí que o filme se desenrola, misturando humor, emoção e memórias de quem já fomos.

Se você está na dúvida se vale o play, aqui vão cinco razões para considerar:

Porque nem todo filme precisa ser profundo — e tudo bem!

Às vezes a gente busca demais por camadas, complexidades e grandes mensagens. Mas A Lista da Minha Vida é sobre outra coisa: uma história simples, despretensiosa, que oferece companhia, leveza e até um certo conforto. E isso já é muito.

Para lembrar de quem você já foi — e do que pode ter esquecido

O filme provoca uma pergunta silenciosa: o que a gente deixou pelo caminho? Ao cumprir os itens da sua antiga lista, a protagonista vai se reconectando com desejos antigos — e, junto com ela, somos levados a pensar naquilo que fazia sentido pra gente antes do tempo, das obrigações e das adaptações do mundo adulto.

Porque a relação mãe e filha é o coração da história

Mesmo após a morte da mãe, a conexão entre as duas continua viva por meio dos vídeos e da lista. Sem exageros ou melodrama, o filme constrói essa relação com delicadeza, mostrando que o amor pode permanecer presente mesmo na ausência.

Para se perguntar: será que a lista de desejos ainda faz sentido?

Cumprir metas do passado pode parecer infantil, mas o filme mostra que alguns desejos atravessam o tempo. Alguns não fazem mais sentido — e tudo bem. Mas outros revelam aspectos profundos da nossa essência. Vale a pena parar e pensar: o que você queria aos 13 anos que ainda te move hoje?

Porque o “grande amor” talvez não seja o outro — e sim você mesma

Como boa comédia romântica, o filme traz aquela busca clássica por um par amoroso. E aí ele escorrega nos clichês — tanto nos personagens quanto nas resoluções. Mas a pergunta que fica é outra: será que o grande amor que a gente busca fora não é, na verdade, a reconexão com quem a gente é de verdade? Talvez, no fim das contas, essa seja a descoberta mais importante da protagonista — e da gente também.

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Publicado por Carol Braga

Publicado em 10/04/25

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