Por Carol Braga
Depois de Jackie e Spencer, o diretor explora mais uma mulher icônica em momentos de dor e isolamento.
Um retrato melancólico da diva da ópera, ensaiando um retorno aos palcos sem a voz que a consagrou.
Uma performance sólida, mas as cenas de canto com dublagem geram distanciamento emocional.
Espaços amplos e imponentes refletem o vazio interno da personagem.
Se você gosta do estilo contemplativo de Larraín, Maria é uma experiência rica e reflexiva.
Confira Maria nos cinemas e descubra mais sobre a vida de Maria Callas.
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