Conheça Yayoi Kusama

-  artes visuais -

POR: HELENA TOMAZ

Foto: Yusuke Miyazaki

Yayoi nasceu no Japão, em 1929. Desde criança, enfrentando problemas psicológicos, demonstrava apreço por três coisas específicas: abóboras, padrôes repetitivos e bolinhas. 

Foto: Yayoi Kusama Studio

Foto: © Yayoi Kusama, Yayoi Kusama Studio Inc.

Yayoi chegou a estudar arte no Japão, mas logo se mudou para os Estados Unidos, onde desenvolveu  técnicas e reafirmou o apreço pelas formas repetitivas.

Foto: Dogwoof films

Nos Estados Unidos, ela conquistou notoriedade e expoôs ao lado de grandes artistas, realizando exposições, intervenções, pinturas e esculturas.

Foto: Maximiliano Durón/Artnews.

Ao longo doas anos, Yayoy expôs inúmeras vezes, chagando a assinar o estande do Japão na EXPO 1993, um dos maiores eventos culturais do mundo.

Em cada época de sua carreira, Yayoi expressa obsessão por certo objeto ou figura em suas obras, como falos, alimentos, luzes e bolinhas, as famosas polka dots.

Com influências do pop art, do surrealismo e do expressionismo abstrato, a artista de tornou uma espécie de ícone das artes pláticas. 

Foto: KERRY MCFATE/©YAYOI KUSAMA/COURTESY DAVID ZWIRNER

Em 2023, a artista lançou uma nova parceria com a marca de luxo Louis Vuitton, fazendo com que  a arte de Yayoi fosse ainda mais comentada nas mídias sociais.

Foto: Zhou Dongyu /Louis Vuitton

Em 1966, Yayoi expôs a instalação "Narcisus Garden" na Bienal de Veneza, mesmo sem ser convidada. As 1500 esferas espelhadas eram vendidas a dois dólares cada uma. 

Foto: Daniela Paoliello

Em 2009, a mesma instalação foi adaptada para o Inhotim, o maior museu a céu aberto do mundo, em Minas Gerais, onde está até hoje.

Foto: Pedro Motta

Em julho de 2023, o museu inaugurou sua vigésima galeria, inteiramente dedicada à Kusama. 

Foto: Daniel Mansur

A galeria conta com duas salas: Aftermath of Obliteration of Eternity e I’m here, but nothing.

Foto: Daniel Mansur

Do lado de fora, ela também é uma obra à parte. O projeto foi pensado para promover conforto e experiências sensoriais para o público que espera para entrar nas salas. 

Foto: Daniel Mansur

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