Curadoria de informação sobre artes e espetáculos, por Carolina Braga

“Priscilla”, de Sofia Coppola, já pode ser visto em pré-estreias

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Filme se debruça sobre a relação de Priscilla Presley com o rei do rock a partir do livro lançado por ela em 1985

Patrícia Cassese | Editora Assistente

Boa parte das intenções de Sofia Coppola em relação a “Priscilla”, cinebiografia a qual assina roteiro e direção, foram explicadas por ela própria durante o Festival de Veneza, realizado em setembro último, quando o filme teve a première mundial. Detalhe: após a sessão, que contou com a presença da biografada, Priscilla Presley, o longa foi ovacionado por nada menos que oito minutos. Cailee Spaeny, a protagonista, levou para casa o prêmio de Melhor Atriz. Bem, a partir desta quinta, dia 21 de dezembro, a produção poderá ser vista pelo público brasileiro em sessões de pré-estreia. Em BH, no Una Belas Artes, Cineart Ponteio e no cinema do Minas Tênis Clube.

Frame do filme "Priscilla", com os atores Cailee Spaeny e Jacob Elordi (Sabrina Lantos/A24/Divulgação)
Frame do filme "Priscilla", com os atores Cailee Spaeny e Jacob Elordi (Sabrina Lantos/A24/Divulgação)

Antes de comentar a empreitada, é preciso ressaltar que a première mundial, em Veneza, contou com a presença da própria Priscilla, com quem Elvis Presley (1935 – 1977) viveu sua relação mais intensa. O que, claro, guarda relação direta com o recorte que Sofia Coppola propõe. Enfatize-se: a narrativa de “Priscilla” foi elaborada a partir do conteúdo do livro biográfico “Elvis e Eu”, lançado por Priscilla lá atrás, em 1985.

Uma outra observação se faz pertinente: a verdade é que o que acontece entre um casal no âmbito da intimidade só mesmo as duas partes terão ciência. Neste caso, a opção do filme é mostrar o ponto de vista da mulher – Priscilla Presley – dentro de uma relação que boa parte do mundo, de certa forma, invejava. Ou seja, aqui, a figura de Elvis Presley (vivido pelo australiano Jacob Elordi) não é o foco central, mas, sim, a da mulher que se une a um astro do calibre do rei do rock.

Aval

O livro “Elvis e Eu” foi escrito por Priscilla em parceria com a escritora Sandra Harmon, já falecida, no já mencionado ano de 1985. No entanto, no Festival de Veneza, Sofia Coppola revelou que, além do livro, o roteiro também foi embasado pelo conteúdo das várias conversas que, mais recentemente, ela entabulou com Priscilla Presley. Atriz (quem não se lembra das participações dela na franquia “Corra que a Polícia Vem Aí”?), empresária, autora, produtora e ativista, hoje com 78 anos de idade, Priscilla, vale dizer, é também produtora do filme de Sofia Coppola. Ou seja, a empreitada tem o aval dela. É uma visão de vida, portanto, autorizada.

Jacob Elordi e Cailee Spaeny em cena de "Priscilla" (A24/Divulgação)
Jacob Elordi e Cailee Spaeny em cena de “Priscilla” (A24/Divulgação)

Ainda sobre Veneza, vale reavivar trechos de entrevistas concedidas por Sofia Coppola à imprensa, os quais inclusive citamos no início desta matéria. Assim, na apresentação do filme, Coppola endossou, por exemplo, o apreço por privilegiar, em seus filmes, o ponto de vista feminino. E, ainda, disse ter assumido, para si própria, o desafio de fazer com que o público adentrasse o recorte temporal do filme por meio da atmosfera que tentou recriar. “Tentei reviver a experiência de Priscilla da melhor maneira possível, inclusive pensando cores e sons em consonância às emoções dela”.

Encontro Elvis-Priscilla

O recorte temporal de “Priscilla”, no caso, tem início em 1959, momento em que a vida da garota Priscilla Beaulieu se cruza com a de Elvis Presley. O cenário é cidade alemã de Bad Nauheim, onde o cantor, à época, servia o exército, na base norte-americana lá instalada, e onde também estava arrolado o pai de Priscilla, James Wagner.

A atriz Cailee Spaeny, que teria sido indicada a Sofia Coppola por Kirsten Dunst (A24/Divulgação)
A atriz Cailee Spaeny, que teria sido indicada a Sofia Coppola por Kirsten Dunst (A24/Divulgação)

Naquele ano, Priscilla tinha apenas 14 anos, enquanto Elvis, dez anos a mais. No filme, o encontro entre os dois se dá de maneira atípica: Priscilla é abordada por um militar que a convida para ir a uma reunião na qual o cantor, que ali já desfrutava de fama, estaria. Como praticamente toda adolescente reagiria numa situação afim, a garota se entusiasma. Afinal, trata-se da chance de estar cara a cara com um ídolo.

No entanto, de início, os pais vetam a possibilidade. Assim, o mesmo militar aborda a família da moça em um restaurante, e insiste no convite, prometendo, aos pais, que ele própria a levaria de volta no horário estipulado pelo casal.

De volta aos EUA

Nos dias atuais, é impossível não sentir um certo estranhamento diante da situação. Afinal, a insistência do militar em relação à presença de uma menina mal saída da infância, que nem conhecia o tal sujeito, soa quase como um “recrutamento”. Isso não é verbalizado na trama, mas dá a entender que o homem tinha, em mãos, uma tarefa a realizar. E, de fato, Elvis se sente imediatamente atraído por Priscilla. Mas, nesse ponto, é preciso deixar claro que, ali, a intenção do cantor não era consumar uma relação carnal com uma adolescente – pelo menos é o que sustenta a própria Priscilla Presley da vida real.

Priscilla (Cailee Spaeny) em meio a fãs do astro Elvis Presley (A24/Divulgação)
Priscilla (Cailee Spaeny) em meio a fãs do astro Elvis Presley (A24/Divulgação)

Fato é que, como o filme mostra, outros encontros foram se sucedendo, ainda na Alemanha, até que Elvis é liberado pelo exército para voltar aos Estados Unidos. O que, claro, deixa Priscilla arrasada. Isso porque, com a fama que o cantor já gozava à época, e com a possibilidade real da ascensão dele também na seara do cinema, a adolescente entende que o assédio que ele sofreria – inclusive por parte de colegas do set, no caso, atrizes muito famosas – seria descomunal.

Graceland, Memphis

Meses se passam até que Elvis faz o convite para que Priscilla cruze o oceano para se juntar a ele, na célebre mansão Graceland, em Memphis. Assim, a garota deixa a Alemanha – e os pais – para habitar o mesmo quarto que Elvis. Segundo a Priscilla “real”, mesmo dormindo na mesma cama, os dois não faziam sexo. “As pessoas pensam: ‘Ah, foi sexo, foi isso’. Eu nunca fiz sexo com ele (na adolescência)”, disse Priscilla, no Festival de Veneza, como replicado em vários jornais e revistas. De acordo com ela, Elvis era “muito gentil e amoroso”, e, assim, teria respeitado o fato de ela ser uma adolescente.

Em cena do filme, Priscilla e Elvis Presley já em Graceland (A24/Divulgação)
Em cena do filme, Priscilla e Elvis Presley já em Graceland (A24/Divulgação)

De todo modo, no filme de Sofia Coppola, há uma cena na qual Elvis insinua que, mesmo diante da decisão (dele) de que Priscilla se mantivesse virgem, haveria outras possibilidades a serem provadas pelo casal na cama. Assim, os dois se casam apenas em 1967, quando ela tinha 21 anos. Elvis e Priscilla, como se sabe, tiveram uma única filha, Lisa Marie Presley, nascida em fevereiro do ano seguinte. Bem, como todo o mundo acompanhou pelos jornais, Lisa, que chegou a se lançar como cantora e compositora, faleceu em janeiro deste ano (leia mais ao final desta matéria).

O recorte Priscilla

Como pontuado, Sofia Coppola fez a escolha de contar a história do casal na perspectiva de Priscilla Presley. Claro, a partir do momento em que ela conhece Elvis Presley e até o momento da separação do casal. Mas – novamente – a história de Priscilla. Não a de Elvis. Com essa opção ratificada, outros personagens que, na vida real, orbitavam em torno do cantor, não aparecem, no filme da diretora, incorporadas por atores. Caso de Tom Parker, o “Coronel”, empresário de Presley – que, no filme “Elvis” (2022), de Baz Lurhmann, por exemplo, é vivido por Tom Hanks.

Priscilla Presley (Cailee Spaeny), no filme de Sofia Coppola (A24/Divulgação)
Priscilla Presley (Cailee Spaeny), no filme de Sofia Coppola (A24/Divulgação)

Mais que justificável. Afinal, o filme de Lurhmann estruturava-se a partir da relação de Elvis com Parker. E, com desculpas pela repetição, vale novamente reiterar: o que está colocado como espinha dorsal é a vida de Priscilla – e, consequentemente, o relacionamento com Elvis sob o ponto de vista dela. Assim, se no início a ideia de “recrutamento” já provoca estranheza, a coisa só piora no curso do tempo. Óbvio que existe amor, paixão e afinamento entre o casal. Óbvio que a chama entre os dois se acendeu e era legítima, genuína. No entanto, soa como se Priscilla tivesse sido escolhida também por ser uma pessoa em construção – assim, apta a ser moldada. Uma espécie de boneca, para a qual o mentor tem o aval de escolher, por exemplo, roupas e tom de cabelo.

Figurino

E é o que, segundo o filme, Elvis fazia o tempo todo. Em uma determinada cena, ele chama a atenção de Priscilla – de uma forma bastante agressiva -, ao vê-la com um vestido estampado – o que, segundo ele, não favorecia a tez dela. O astro também cisma com a modelagem, que, diz, não ressalta o belo corpo da jovem. Do mesmo modo, dita o tom do cabelo que Priscilla deveria usar – assim, de cabelos naturalmente de um tom loiro escuro, ela passa a pintá-los de um preto intenso. Tal qual, a usar delineador para acentuar os olhos.

A personagem Priscilla Presley (Cailee Spaeny), já com os cabelos pretos (A24/Divulgação)
A personagem Priscilla Presley (Cailee Spaeny), já com os cabelos pretos (A24/Divulgação)

A narrativa mostra que Elvis também vetou a possibilidade de Priscilla trabalhar, algo cogitado por ela para, de certa forma, ter o gosto de contar com uma renda própria. E, de quebra, ter o que fazer em Graceland. Isso porque Elvis não a levava nas viagens por conta do lado cantor ou aos sets de filmagem. Nas revistas de fofocas, insinuações de romances com as atrizes com as quais ele compartilhava sets pipocavam.

No círculo íntimo, vários momentos do casal eram compartilhados com o grupo de amigos que acompanhava Elvis. Aliás, há uma cena emblemática na qual Priscilla – mais uma vez, tal como uma boneca -, em um ateliê, experimenta vestidos. Assim, sai do trocador com os modelos, que passam a ser avaliados por Elvis, sentado, no centro dos amigos. Nesta cena, aliás, ela demonstra apreço por um vestido dourado, mas, para seu desgosto, Elvis não o aprova.

Morde/assopra

Cada vez mais solitária na mansão, apenas com a companhia do cão de estimação que Elvis lhe presenteia, Priscilla ainda sofre com as reprimendas do sogro. Vernon Presley a recrimina até por ir ao escritório conversar com Patsy, a prima de Elvis, que atuava em um cômodo de Graceland na administração da carreira do cantor. O pai de Elvis acusa a nora de perturbar o serviço da moça. Até o lugar do jardim da mansão no qual Priscilla escolhe para brincar com o cão é criticado, pois, alegam, ela poderia ser vista por paparazzi e fãs.

Ao mesmo tempo, o Elvis mostrado no filme (e, diga-se, Jacob Elordi está perfeito) faz a linha “morde e assopra”. Desse modo, a cada momento que se dá conta de que passou do limite no trato com Priscilla, aplaina e passa a pontuar o quanto ela é importante na vida dele, o quanto a ama.

Fármacos

Um aspecto importante na biografia de Elvis Presley, e que é frisado no filme, é o vício do artista em drogas – muitas delas, legalizadas. Desse modo, na cena que se segue à chegada de Priscilla aos Estados Unidos, vinda da Alemanha, ele, percebendo-a cansada, oferece um comprimido de Placidyl, fármaco hipnótico-sedativo. O filme mostra que a ingestão do medicamento faz com que Priscilla durma por nada menos que dois dias, inclusive deixando a família do astro preocupada. A dedução é óbvia: se o mesmo efeito não acontece com Elvis, é porque o organismo dele certamente já estava habituado com as substâncias.

No curso do filme, há várias cenas de Priscilla e Presley consumindo comprimidos. O longa também mostra o momento no qual o astro passa a ter um guru, Larry Geller, e, assim, a consumir LSD. Registre-se que Geller foi contratado por Elvis Presley em 1964, a princípio como cabelereiro.

Fim sem spoilers

O fato de se tratar de um filme biográfico (mesmo que detendo-se no ponto de vista de apenas uma das partes), que aborda vidas conhecidas do grande público em todo o planeta, exime, de quem se aventurar a escrever sobre “Priscilla”, o risco de incorrer em spoilers. Afinal, todo mundo sabe o fim desta história – ou se não sabe, os detalhes estão ao alcance de qualquer internauta, nos sites de busca. Assim, Priscilla Presley resolve, não sem sofrimento, dar um basta na relação. O casal se separa em 23 de fevereiro de 1972.

Na época, rumores de que Priscilla teria se encantado pelo instrutor de caratê Mike Stone chegaram a circular. E, bem, ele aparece representado no filme de Coppola. No entanto, ao fim, o filme acentua a sugestão de que Priscilla teria se rebelado mesmo quanto ao papel de boneca a ela imposto. A separação não foi litigiosa, e a guarda de Lisa Marie foi compartilhada em bons termos. Como todos sabem, Elvis foi encontrado morto no banheiro da mansão Graceland em 16 de agosto de 1977. Ele teria sido vítima de insuficiência cardíaca, cujas causas geram especulações até os dias atuais.  

Conto de fadas?

Com ótimas atuações de Cailee (que gracinha, essa menina) e Elordi, o longa-metragem, pois, desfaz a aura de conto de fadas que a relação atingiu diante dos olhos do mundo. Ao contrário, mostra como a mulher de um astro venerado por multidões pode, a despeito do dinheiro, ter uma vida solitária, dependente, instável e um tanto melancólica. Não só. O Elvis retratado no filme se expõe como um homem controlador a ponto de, como dito, interferir na cor do cabelo de Priscilla, assim como na escolha das roupas que ela vestiria. Comportamentos ainda mais agressivos também não eram raros, fazendo com que o sonho que levou Priscilla a deixar a casa dos pais para se mudar para Graceland fosse, pouco a pouco, se transformando em um muro de decepções.

Para contar tal história, “Priscilla”, o filme, acerta na opção por um tom mais íntimo, desviando-se, assim, de grandiloquências. O foco, desde o início bem definido, é mantido até o fim, e conduzido por Sofia Coppola com a elegância eventual que caracteriza as produções dela. O esmero nas escolhas que nortearam os profissionais incumbidos de figurino, iluminação, cenografia e fotografia são a argamassa perfeita para alcançar o pilar necessário para que a diretora consiga alçar esse novo voo. E, assim, contar, no écran, essa versão da história.

Sim, este ponto de vista já estava disponível em livro. Mas é certo que, por meio do filme, atinge outro patamar de alcance. E prova que ser colocada em um altar, como troféu ou uma obra de arte, pode até soar, no início, como tentador. No entanto, deixa claro que o curso do tempo trata de colocar os devidos pingos nos “is”. Desse modo, o ato de se anular pelo outro geralmente tem um ponto de saturação, um prazo de validade.

Sem canções de Elvis

O filme não traz canções de Elvis na voz do cantor. Segundo várias publicações, em função de Lisa Marie Presley ter vetado o uso, por considerar que o filme traria uma representação negativa do pai. Fato é que Sofia Coppola conseguiu driblar o problema obtendo uma excelente trilha sonora. Um dos destaques é a gravação original de “I Will Always Love You”, na voz da compositora dela, Dolly Parton. Mundialmente, essa música estourou com Whitney Houston, na trilha de “O Guarda-Costas” (1992). Mas, como se sabe, foi lançada por Parton no início dos 1970, nos Estados Unidos.

Lisa Marie Presley

A título de curiosidade, a autópsia do corpo da filha de Elvis e Priscilla apontou que ela sofreu uma parada cardíaca. Essa teria sido provocada por sequelas de uma obstrução intestinal. O caso é complexo, porque envolveu cirurgias às quais ela havia se submetido em períodos anteriores da vida – inclusive uma bariátrica. Assim, essas intervenções poderiam ter sido responsáveis pela obstrução.

O exame toxicológico da urina de Lisa Marie Presley deu negativo para a presença de drogas. Já o de sangue apontou algumas substâncias (Buprenorfina e oxicodona), mas, no caso, em dosagens compatíveis a uso terapêutico. Do mesmo modo, havia vestígios de quetiapina. No entanto, ainda de acordo com algumas publicações, Lisa teria um histórico de “medicação excessiva”, bem como de abuso de álcool e drogas.

O nascimento de Lisa Marie Presley é mostrado no filme (A24/Divulgação)
O nascimento de Lisa Marie Presley é mostrado no filme (A24/Divulgação)
Capa de um dos discos lançados por Lisa Marie Presley, que faleceu em janeiro deste ano
Capa de um dos discos lançados por Lisa Marie Presley, que faleceu em janeiro deste ano (Capitol/EMI)

Curiosidades

1) O nome de Cailee Spaeny teria sido indicado a Sofia Coppola por Kirsten Dunst. Kirsten atuou em vários filmes da diretora, e as duas são amigas. Ela trabalhou com Cailee em “Civil War”, dirigido por Alex Garland. Ah, sim! Wagner Moura também está no elenco de “Civil War”, e divide cenas com Cailee.

2) Enquanto Benjamin se tornou conhecido pela série “Euphoria”, Cailee atuou no elenco de suporte de “Mare of Easttown” (HBO), protagonizada por Kate Winslet.

3) Além de Lisa Marie, Priscilla Presley teve outro filho, da relação com um brasileiro. Navarone Garibaldi Garcia, 36, é músico, cantor e instrumentista – vocalista da banda Them Guns. O pai dele, o produtor de cinema brasileiro Marco Antonio Garcia, ou Marco Garibaldi, não mantém mais contato com o filho, mas Navarone já esteve no Brasil, para conhecer seus parentes daqui (de Curitiba). Ao jornal O Globo, contou ter experimentado brigadeiro e caipiroska, que aprovou.

4) A família Presley é marcada por várias tragédias, para além da morte precoce de Elvis. Assim, um dos quatro filhos de Lisa Marie, Benjamin Keough tirou a própria vida, em 12 de julho de 2020, aos 27 anos. A filha mais velha de Priscilla é Riley Keough. Aos 34 anos, ela é atriz, modelo, produtora e diretora americana. Atuou em séries como “Daisy Jones & The Six”, além do filme “Mad Max – Estrada da Vida”, entre outros. À revista Vanity Fair, Riley contou que está tentando se acertar com a avó, Priscilla. “Houve um pouco de agitação, mas agora tudo vai ser como era (…) Qualquer coisa que sugira o contrário na imprensa me deixa triste porque, no final das contas, tudo o que ela quer é amar e proteger Graceland, a família Presley e o legado”.

Confira, a seguir, o trailer do filme

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