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Podcasts levam a cultura belo-horizontina aos streamings de áudio

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Listamos cinco podcasts para quem quer viver Belo Horizonte com ouvidos atentos

Por Helena Tomaz | Assistente de conteúdo

Seja abordando pontos inusitados da história de Belo Horizonte, sobre as experiências que podem ser vivenciadas aqui ou sobre seus próprios habitantes, selecionamos, aqui, cinco podcasts produzidos em BH sobre BH.

Fotografia digital colorida. Viaduto Santa Tereza, em BH. Vês-e um poste vermelho, uma pessoa andando de costas e carros vindo na direção da foto. Tirada no perídodo do entardecer.
Viaduto Santa Tereza,em BH. Foto: Gladystone Fonseca via Unsplahs

Tanto de trem

O podcast “Tanto de Trem” é conduzido por dois verdadeiros especialistas na cidade: Virgínia Sasdelli, criadora do perfil @bhdicas, e Felipe Martins, fundador da Made In Beagá, que comercializa produtos que fazem referência à vida e à cultura belo-horizontinas.

A premissa do podcast é falar sobre Belo Horizonte, simples assim! Dessa forma, a cada episódio, os apresentadores abordam um tema diferente, relacionado à cidade. Sejam os memes belo-horizontinos, os pontos turísticos bem como a culinária, todo assunto rende no “Tanto de Trem”. Vale lembrar, ainda, que o Culturadoria passou por lá, com participação especial no episódio “Qual é a Cultura de BH?”

Frango com quiabo

Produzido pelo G1 Minas e apresentado pelas jornalistas Liliana Junger e Thais Pimentel, o “Frango com Quiabo”, apesar do nome, passa longe de ser um podcast direcionado a receitas. Assim como o “Tanto de Trem”, a cada episódio é abordado um tema a respeito da mineiridade e da cultura belo-horizontina. A diferença entre os dois é que o “Frango com Quiabo” tem um caráter mais jornalístico, talvez até mais formal, do que o de Virgínia Sasdelli e Felipe Martins. As entrevistas, no entanto, são tão interessantes quanto!

Falazada

Com humor ácido, Ana Luz fala sobre questões que permeiam a vida de grande parte dos jovens belo-horizontinos: caso das dores e delícias vividas por quem vem frequentando os festivais (já assimilados ao dia a dia da cidade) ou as aventuras carnavalescas, passando, é claro, pela política e, não menos importante, pelos relacionamentos.

Apesar de não contar com grandes efeitos sonoros ou produções requintadas, o podcast nem de longe deixa a desejar. Aliás, a simplicidade inclusive é parte da premissa da iniciativa. Os episódios são curtos – a duração, em geral, é de seis a 20 minutos -, o que torna o podcast fácil de ser incorporado à rotina (ou até mesmo candidato a ser maratonado). Assim, um ótimo aliado para as horas em que o ouvinte se encontra “preso” às atividades mecânicas do dia a dia.

Zero Brava

“Um programa sobre cultura e entretenimento de BH para BH”, define o apresentador, Rodrigo Hazeite, na abertura de cada episódio deste podcast. Apesar de não ter tanto tempo de história (apenas 12 episódios já foram publicados), o “Zero Brava” merece atenção.

A cada episódio, Rodrigo Hazeite entrevista algum personagem da cena underground da música belo-horizontina. O podcast mistura entrevista com – como diz a própria descrição do programa – “conversa fiada”. Os episódios são semanais e chegam a durar mais de uma hora, aproximando, assim, artistas e público.

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