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Curadoria de informação sobre artes e espetáculos, por Carolina Braga

Pato Fu no Campus Aberto: uma viagem pelo rock mineiro dos anos 90

Banda Mineira se apresentou no UniBH durante a abertura do Congresso Internacional da Rede Acinnet

Por Carol Braga

21/05/2019 às 11:13

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Pato Fu no Campus Aberto UniBH. Foto: Maykel Douglas/Divulgação

Um espaço de pensamento, inovação e cultura. Foi assim que Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu, elencou algumas das razões que deram mais sentido à presença da banda em mais uma edição do projeto Campus Aberto do UniBH. Desta vez o evento marcou também a abertura 5º Congresso da Acinnet, com representantes de 17 universidades de oito países.

“Nós tocamos em todas as universidades de Belo Horizonte”, lembrou a cantora reafirmando a importância da relação da comunidade acadêmica com a arte. Para quem já conhecia o Pato Fu foi um show para matar saudade. Por incrível que pareça, também estava ali uma geração que ainda não conhecia, principalmente, a produção roqueira da banda. Sendo assim, foi o momento de descobrir uma banda muito legal. Afinal de contas, é o que o Pato Fu é.

 

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Repertório do Pato Fu

Como são 25 anos de carreira, a escolha do repertório contemplou, por exemplo, um pouco de cada fase. Vale lembrar que desde o lançamento do projeto infantil Música de Brinquedo (2010), no qual todas as músicas ganharam versões com instrumentos de brinquedo, o Pato tem “conversado” com diversos públicos. No caso do show do Campus Aberto, as músicas foram dos discos com repertório “adulto”.

Ao longo da apresentação a banda enfrentou problemas técnicos com bom humor e experiência. Em resumo: foram 16 canções. A primeira, Cego para as cores, está no disco Não pare pra pensar (2013). Foram outras três do mesmo álbum: Eu era feliz, Crédito ou débito e Ninguém mexe com o diabo.

Foram quatro músicas do disco Isopor (1999): Perdendo os dentes, Depois, Made in Japan e O filho predileto de Rajneesh. Teve ainda, Ando meio desligado, Eu (Ruído Rosa, 2005), Canção pra você viver mais (Televisão de Cachorro, 1998). E claro que não poderia faltar Sobre o tempo, o primeiro sucesso do Pato Fu lançado no disco Gol de Quem (1995). Ou seja, foi ou não foi uma volta no tempo?

 

 

 

Depois do Pato Fu, Novas esquinas

Antes do Pato Fu subir ao palco, o projeto Novas Esquinas estreou. Ele é composto por alunos da primeira turma do curso Música Popular Brasileira e Gestão de Carreira do UniBH. Os artistas apresentaram quatro músicas, entre elas, duas autorais. As canções apresentadas foram Mundo novo, de Core Drummond, A palo seco, de Belchior, Afrodite, de Thiago Muniz e Meu Erro, sucesso dos Paralamas do Sucesso.

 

Pato Fu no Campus Aberto UniBH. Foto: Maykel Douglas/Divulgação

 

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