Curadoria de informação sobre artes e espetáculos, por Carolina Braga

Futuro das artes no pós-pandemia é tema de debates em 15 e 16 de abril

O projeto “Amanhãs: Diálogos sobre o mercado cultural | O Futuro das Artes Pós Pandemia” é realizado em formato online, com acesso gratuito e aberto para todas as pessoas
Por Jaiane Souza
futuro das artes
Espetáculo Belle, da Cia. Deborah Colker. Foto: Flavio Colker / Divulgação

Desenvolver estratégias e diálogos entre os agentes da cadeia produtiva cultural em busca de reflexões sobre novos modos de fazer. Esse é o objetivo do ciclo de debates Amanhãs: Diálogos sobre o mercado cultural | O Futuro das Artes Pós Pandemia. O evento ocorre nos dias 15 e 16 de abril e realiza quatro painéis com o setor cultural para debater sobre a temática. A realização é da Pólobh com apoio cultura do Sesc em Minas. Os interessados precisam se inscrever e acessar gratuitamente pelo Sympla.

Para pensar o futuro das artes, o evento lança um olhar sobre o passado e sobre o presente. Isso porque com a chegada da pandemia, o mercado cultural precisou se transformar repentinamente para fazer a cultura continuar chegando no público. Ou seja, artistas e produtores se reinventaram mesmo nas dificuldades para manter a cultura viva. Entretanto, o que vem pela frente?

Programação dos painéis

Amanhãs: Diálogos sobre o mercado cultural | O Futuro das Artes Pós Pandemia começa na quinta-feira, 15 de abril, às 9h. O Amanhã 1 – A Era dos Festivais busca refletir sobre os festivais e como a difusão da arte é feita por meio deles. Além disso, discute as perspectivas, os novos formatos e a elaboração de festivais de agora em diante.

No mesmo dia, às 11h o painel Amanhã 2 – Cultura e economia se dedica a discutir o papel do mercado cultural no desenvolvimento e recuperação econômica no país no pós pandemia. Além disso, debate estratégias que profissionais da cultura, instituições culturais e poder público podem adotar para encarar as dificuldades atuais e recuperar a capacidade de produção do setor. Nesta mesa participam Carolina Braga, que é jornalista e fundadora do Culturadoria, Gabriel Portela, secretário Municipal Adjunto de Cultura de BH, Tatiana Silva, cofundadora e diretora executiva do FA.VELA, Eduardo Saron, dirigente Itaú Cultural, e Karla Danitza, coordenadora de programação cultura (MM Gerdau).

No segundo dia, 16 de abril, o painel Amanhã 3 – Acesso: para quem? trata da luta pela quebra de barreiras para que todos tenham acesso aos espaços de arte e para afirmar que museus e espaços culturais são ambientes vivos, que precisam ser ocupados por pessoas em sua diversidade. Por fim, o Amanhã 4 – Centros Culturais: Desafios e Ressignificações se dedica a pensar os impactos da pandemia nos centos culturais, as estratégias para a sustentabilidade, novas formas de conexão com o público e oportunidades que podem surgir em meio ao contexto atual. 

Em resumo, a ideia é criar um espaço de diálogo, opiniões diversas e contrárias para contribuir para o setor e jogar liz sobre as novas formas de fazer cultura a partir de 2020. 

Apresentações artísticas

Além dos painéis, a Pólobh realiza duas produções de dança e música que circularam o Brasil. Dessa forma, em formato online, no dia 17, o público confere o espetáculo Olé! É Sempre Tempo de Música. A transmissão é pelos canais do YouTube do Sesc em Minas e da Pólobh, às 20h. Já no dia 24 é a vez de Belle, da Cia. Deborah Colker, na Rede Minas.

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Carolina Braga. Foto: Aline Prado

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