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Conheça o Manga Sessions, projeto que dá palco para músicos emergentes em BH

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Contando com uma bela estrutura de palco, bem como de audiovisual, o Manga Sessions desponta como um dos principais projetos de live sessions em BH.

Por Caio Brandão | Repórter

Belo Horizonte vive uma espécie de renascimento na cena cultural. Nesse sentido, cada vez mais artistas da capital mineira buscam se profissionalizar, visando a construção de uma carreira sólida. Sendo assim, considerando todos os avanços da indústria, o principal meio para conquistar tal objetivo continua o mesmo: subir no palco, e é justamente nesse processo que o Manga Sessions se ergue.

Contando com uma bela estrutura de palco, bem como de audiovisual, o Manga Sessions desponta como um dos principais projetos de live sessions em BH.
Performance da cantora Sol no último Manga Sessions - Foto: Samuel Fischer

Idealizado por Túlio Dayrell, Mateus Rezende, Aulus de Paula, Felp Brandão, Guilherme Drager, Marcus Myrrha e João Paulo Lopes, o projeto é realizado no modelo live session, ou seja, a iniciativa convida um artista para tocar no palco do Manga, e a performance é gravada e publicada no canal do YouTube do projeto, gerando um documento do show para a posteridade. A curadoria, então, privilegia artistas iniciantes da capital mineira que muitas vezes não têm espaço nos grandes eventos.

Os eventos do Manga Sessions são mensais e realizados na segunda quinta-feira de todo mês. Para comparecer aos shows, basta entrar no Instagram do projeto e colocar o nome na lista. Desse modo, o estúdio de tatuagem Crooked Tree, localizado na rua Benjamin Flores número 28, no bairro Santo Antônio, sedia as performances. 

Fomentando a cultura

O principal diferencial do Manga Sessions se manifesta justamente na curadoria do evento. Dessa maneira, a sensação de descoberta permeia o evento a todo momento, já que, na grande maioria das vezes, quem sobe no palco do Manga é um talento desconhecido, e essa é a graça!

Túlio Dayrell, um dos produtores da iniciativa, reforça a presença e importância dos novos artistas para o Manga. “Recebemos grandes nomes da música, bem como promessas da cena, artistas que estão começando. O Manga é um evento intimista, onde o público conhece o artista de perto e prestigia um show exclusivo.”

Além disso, o local que sedia as performances, o estúdio de tatuagem Crooked Tree, eleva o compromisso com a arte para outro nível, extrapolando o puramente musical. Assim, a casa possui paredes preenchidas por ilustrações de vários estilos, construindo um ambiente maximalista e impressionante. “Você pode vir para o Manga para conhecer os artistas, ver os shows e, durante a semana, pode vir se tatuar e conhecer o estúdio também”, explicou Túlio.

O olhar de quem está no palco

Misturando o pop com vários ritmos brasileiros, como o funk e a MPB, Sol foi a artista convidada para a edição do Manga Sessions que o Culturadoria acompanhou. O show demonstrou toda a versatilidade da cantora e atriz belo-horizontina, que transitou entre esses estilos com naturalidade e rasgou elogios ao evento.

“Fiquei muito feliz de ser a artista escolhida desse mês, já que o Manga incentiva a cultura, principalmente a mineira, e abre portas para muitos artistas iniciantes mostrarem os trabalhos. Trocar essa energia com a galera é muito legal, me deixa super contente e, além disso tudo, aqui é lindo!”, contou Sol.

Serviço

Data: Toda segunda quinta-feira do mês

Onde: Estúdio Crooked Tree – Rua Benjamin Flores, 28 – Santo Antônio

Horário: A casa abre às 18h

Como comparecer: Basta entrar no Instagram @mangasessions e colocar o nome na lista!

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