Curadoria de informação sobre artes e espetáculos, por Carolina Braga

FLI BH dá início aos encontros literários

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A 5ª edição do Festival Literário Internacional de Belo Horizonte – FLI BH prossegue até este domingo

A 5ª edição do Festival Literário Internacional de Belo Horizonte – FLI BH 2023 dá sequência à programação com uma nova etapa do evento: o Encontro Literário, que segue até a segunda-feira, dia 20 de novembro. Mais uma vez, a iniciativa vai reunir escritores, poetas, ilustradores, narradores de histórias, grupos de teatro, músicos, produtores, editores e pesquisadores. A programação, gratuita, é composta por lançamentos de livros, rodas de conversa, oficinas e outras atrações.

Homenagem a Lélia Gonzalez

Nesta edição 2023, FLI BH homenageia a intelectual Lélia Gonzalez. Escritora, política, professora, filósofa e antropóloga, Lélia foi pioneira nos estudos sobre cultura negra no Brasil. Do mesmo modo, foi co-fundadora do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro, do Movimento Negro Unificado e do Olodum. Assim, Vozes e ideias para vidas justas” é o lema da 5ª edição do FLI BH, abrangendo o universo simbólico da produção de Lélia. A ênfase será dada às lutas e pesquisas da autora, especialmente direcionadas a grupos minoritários no cenário nacional e latino-americano.

Até a próxima segunda, 20 de novembro, a FLI BH programa várias atrações (Maíra Cabral/Divulgação Doizum COmunicação)
Até a próxima segunda, 20 de novembro, a FLI BH programa várias atrações (Maíra Cabral/Divulgação Doizum Comunicação)

Acima, foto do acervo da família de Lélia Gonzalez, enviada em material de divulgação do evento pela Doizum Comunicação

Em consonância com o pensamento da homenageada, a artista Carol Fernandes criou ilustrações que expressam anseios dos tempos atuais. Assim, a reivindicação de vidas justas, que buscam a convivência pacífica entre grupos sociais, a celebração da infância e a proteção da biodiversidade e do meio ambiente. Neta da autora, Melina de Lima comentou que a família de Lélia Gonzalez se sente orgulhosa e honrada “com as justas homenagens a essa grande figura que teorizou nossa luta”. Tal qual, que deu voz aos “que precisam no Brasil e outros lugares do Mundo”. E acrescenta: “Lélia Gonzalez viveu e lutou pela igualdade e acreditava que ela era real e possível”.

Programação

Quinta-feira, 16/11

A programação começa com narração de histórias com Wander Ferreira, bibliotecário na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte.  Na roda de leitura “A canção de Adity Bollà”, Carlandreia Ribeiro, Wagner Junio Ribeiro e Jacó Nascimento narram histórias de tradição popular africana. Carlandreia e Wagner seguem na Roda de Leitura “Encontro das águas: a poética de Conceição Evaristo e a voz insurgente de Lélia González”. A iniciativa apresenta narrativas de Conceição Evaristo e do pensamento de Lélia Gonzalez. 

A abertura do FLI BH propriamente dita acontece às 19h. Em seguida, às 19h30,  conferência inaugural “A dimensão educativa no pensamento de Lélia Gonzalez”, com Nilma Lino Gomes, ex-ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. Tal qual, pesquisadora e professora titular da Faculdade de Educação da UFMG. Mediação de Dalva Maria Soares, escritora que integra a coordenação artística do evento.

Sexta-feira, 17/11

Uma das primeiras atividades do dia do FLI BH será a oficina “Meu livro de memórias”, ministrada pela artista visual Beatriz Mom. Assim, os participantes serão convidados a dialogar poeticamente com suas lembranças e experiências. Desse modo, poderão criar, confeccionar e encadernar o próprio livro de memórias, à moda cartonera, utilizando capas de papelão e costura manual. Outras oficinas farão parte da programação do dia: “Zinelab Lélia Gonzalez” e “Gravura em embalagem longa vida”. Ministrada pela escritora e editora Karine Bassi, a Zinelab explora o processo completo de criação de fanzines, tendo como tema o pensamento de Lélia Gonzalez. Já na oficina de gravura, Natália Gregorini, escritora e ilustradora, apresenta princípios da ponta-seca, técnica da gravura em metal.

A programação de palestras se inicia com “Histórias Indígenas”, apresentada por Yaguarê Yamã,  professor e autor indígena amazonense, do povo Maraguá, Mediação de Samuel Medina. Yaguarê percorrerá as etapas de criação, publicação e a leitura de histórias indígenas, especialmente as de sua autoria. Com mediação de Agripina Vieira e Isabel Cristina Vieira, as obras do autor ainda serão tema da roda de leitura “Histórias Indígenas”. Agripina e Isabel são coordenadoras da Biblioteca Comunitária Corrente do Bem, em Santa Luzia.

Biblioteca da Gente

A palestra, seguinte “Biblioteca da gente: tudo em todo lugar, ao mesmo tempo”, reflete sobre as possibilidades de atuação das bibliotecas de acesso público na promoção de vidas justas. Será ministrada pelo presidente do Programa Ibero-Americano de Bibliotecas Públicas – Iberbibliotecas e pelo chileno Gonzalo Oyarzún. Mediação: bibliotecárias Cleide Fernandes e Patrícia Renó. “A quem pertence essa dor?” será apresentada por João Silvério Trevisan. A palestra explora o caráter literário e pessoal da escrita, tendo como fio condutor a experiência do autor. Mediação de Luiz Morando, pesquisador da memória LGBTQIAP+ de Belo Horizonte. 

Para crianças e adolescentes

Neste dia, as narrações de histórias para crianças e adolescentes começam às 9h, com Paulo Fernandes, livreiro, escritor, narrador de histórias e ativista literário. A Cia. Canta Contos conduz a próxima, também para o mesmo público. Formada pela narradora Bárbara Amaral e pelos músicos Babu Xavier e Tininho Silva, a Canta Contos é uma companhia de narração artística de histórias com caráter lítero-musical, que ainda apresenta, no mesmo dia, o espetáculo “O Menino Sabino”. As contadoras de histórias da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte, Maria Célia Nunes e Marly com Y, conduzem a narração de histórias da escritora Conceição Evaristo.

Narrativas LGBTI+

A mesa de debate “A escrita e a leitura de nossas existências” fecha o dia, abordando a leitura, a escrita e a publicação de autorias e narrativas LGBTI+ no Brasil. A mesa contará com Menino Jazz, autor de “Abaixo a luz do sol” e dos zines “Tudo está dentro” e “Coragem”. Tal qual, de Karine Bassi, presidente da Associação Literária, Educativa e Cultural Venas Abiertas, que visa a produção e disseminação da literatura produzida por pessoas à margem do mercado editorial. Fredy Antoniazzi, jornalista, produtor cultural, idealizador do Projeto Verve e assessor especial da Fundação Municipal de Cultura de BH, media a conversa. 

Sábado, 18/11

Único dia da programação da FLI BH que contará com a feira de autores, editores e artistas gráficos independentes, com curadoria de João Perdigão. O dia começa com as oficinas  “Meu livro de memórias” e “Expressão literária como expressão pessoal”. Palestrante do dia anterior, João Silvério Trevisan conduz a última, que explora caminhos para o aprimoramento da expressão pessoal, particular de cada um, por meio da literatura. Outras oficinas acontecem ao longo da programação. “Inventando passarinhos”, de Carol Fernandes, convida crianças e adultos a criarem a própria coleção de passarinhos, por meio da colagem. Carol é escritora e ilustradora, premiada pelo Selo Cátedra Unesco de Leitura PUC Rio 2021 com o livro “Se eu fosse uma casa”.

A partir de brincadeiras de tradição oral, a oficina “Uma história pode ser uma brincadeira” convida as crianças e famílias à experimentação da ludicidade. A professora, psicopedagoga e estudante de Biblioteconomia, Flávia Paixão, conduz a atividade. A oficina “Arte sequencial” amplia o olhar dos participantes para as formas de se contar uma história, a partir da produção de quadrinhos. Quem a lidera é a quadrinista Ana Cardoso, que ilustrou diversos livros para o segmento editorial infantil e em 2022 publicou “Mingau”, da Maurício de Sousa Produções.

Vivências Musicais

No Auditório 2, a FLI BH traz a oficina “Vivências Musicais”, será oferecida por Isaac Luís para bebês e adultos que os acompanham em uma vivência dinâmica e envolvente. Mestre em Educação Musical pela UFMG, Isaac integra a Cia. Pé de Moleque e é professor de musicalização infantil, com atuação em escolas, casas de brincar e projetos especiais para a infância. A última oficina do dia, conduzida por Gabriel Nascimento, “Imprimindo letras: uma pequena experiência tipográfica”, apresenta o sistema de impressão tipográfica, refletindo sobre o desenho e sonoridade das letras. 

Debates

Cinco mesas de debate farão parte da programação da FLI BH. A mesa “Que histórias precisamos e desejamos contar?”, com Laura Cohen, Lilia Guerra e mediação de Cecília Castro, traz a experiência das autoras, como ponto de partida para refletir sobre as histórias que escolhem contar, em meio a muitas que continuam silenciadas. Instigadas pela jornalista e pesquisadora Etiene Martins, Bethânia Amaro e Juliana Leite discutem a experiência de vencer o Prêmio Sesc de Literatura, que completa 20 anos, respectivamente, em 2023 e 2018, na mesa “Escrever, publicar e ser lida: a potência dos prêmios literários”.

Ana Elisa Ribeiro e Dalva Maria Soares estão na mesa “Contemporâneas: como escrevemos e publicamos hoje”, com mediação de Rodrigo Teixeira. Ana conquistou o Prêmio Jabuti na categoria Juvenil, com o livro “Romieta e Julieu”. Dalva é autora de “Para diminuir a febre de sentir”, “Do Menino” e “Me ajuda a olhar!”, todos publicados pela editora Venas Abiertas. 

Ancestralidade

Fé, ancestralidade e democracia: o direito de ser quem somos” conta com a jornalista Makota Célia Gonçalves Souza e com Pedrina de Lourdes Santos, a Capitã Pedrina. Makota é coordenadora nacional do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira. Já Pedrina, pesquisadora em história e cultura afro-brasileiras. A mediação é de Rafaela Lima, pesquisadora na arte da luta antiracista. O Clube do Livro BH convida, ainda, Jim Anotsu e Lavínia Rocha, com mediação de Letícia Pimenta, para troca de experiências sobre leituras. 

No pátio do CCBB, serão apresentados vários livros na FLI BH. Primeiramente, “E a princesa não queria casar”, de Ana Elisa Ribeiro (Yellowfante, 2023). Tal qual, “Fevereiro”, de Carol Fernandes (Caixote, 2023), e “Madalena”, de Natália Gregorini (Livros da Matriz, 2019). No espaço, também acontecem apresentações artísticas. Assim, Marilda Castanha, Nelson Cruz e Cecília Castanha pintam ao vivo imagens inspiradas em Carlos Drummond de Andrade. Trata-se de uma homenagem aos 120 anos do poeta. A Cia. Bando, que investiga o universo dos contos e mitos, apresenta o espetáculo “Matias e a estrada infinita do tempo”. O espaço também contará com a intervenção “Andanças Urbanas”, da Ananda – Cia. de Dança Contemporânea. Uma batalha de poesia do Slam Clube da Luta encerra o dia, convidando Lady la Profeta.

Domingo, 19/11

Marcelo Xavier é o grande homenageado na mesa “Asas de papel para muitos voos da imaginação”, com Claudia Prates, Lourdinha Mendes e mediação de Leida Reis. O trabalho do artista plástico, escritor, ilustrador, cenógrafo e figurinista com a massinha de modelar ainda será o fio condutor da oficina “Modelagem com massinha”, ministrada por Luiza Xavier. Outro destaque da FLI BH é a presença do historiador e sociólogo francês François Dosse, na mesa de debate “Pensar, sentir e viver junto hoje: convites à experiência em tempos de vida digital”, ao lado de Deivison Faustino, doutor em Sociologia. Com mediação de Isabelle Chagas, o encontro discute as tecnologias e sua imediatez, que alteram os modos de pensamento e as possibilidades de reflexão na atualidade, além de acirrar desigualdades.

Anna Cunha, Luana Tolentino, Mariana Rosa, com mediação de Daniela Figueiredo, estão na mesa “Narrar e ler as experiências de ser criança”, outro chamariz da FLI BH. Anna tem obras publicadas em oito idiomas e recebeu diversos prêmios, como o Northern Lights Award (US). Luana é escritora e, há dez anos, é professora de História em escolas públicas da periferia de BH. Já Mariana é fundadora do Instituto Cáue e ativista pelos direitos das pessoas com deficiência.

“Todos Estão Surdos”

No pátio do CCBB, o Sarau “Todos estão surdos” traz o protagonismo da língua brasileira de sinais – Libras por meio da poesia, performance, contação de histórias. Não bastasse, tudo o que envolve o espectro da identidade e cultura da comunidade surda brasileira. A programação do FLI BH no espaço continua com as narrações de histórias para crianças e suas famílias, com as Contadoras de Histórias da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte. Lua Gondi conta histórias de Marcelo Xavier na homenagem ao autor, no Auditório 1. 

O espetáculo teatral para bebês “Regalos” é outra grande atração do dia do FLI BH. Apresentado pela DaMa Espaço Cultural, traz poemas de Mário Quintana e cantigas de roda, convidando bebês, crianças pequenas e suas famílias a se divertirem juntos.

Mais oficinas

Diversas formas artísticas serão contempladas nas oficinas oferecidas nesta edição do FLI BH. Direcionada à primeira infância, “Uma viagem pela floresta: desenho de criação” é conduzida por Júlia Azeredo. Ela é formada em Artes Visuais pela escola de Belas Artes da UFMG e especialista em Psicopedagogia e Educação Criativa. Jovens e adolescentes podem participar da oficina do artista plástico e muralista Caio Ronin, “Temas do nosso tempo em colagem”. Conforme o material direcionado à imprensa, a ideia é materializar, em colagens, indagações e proposições para a construção de um mundo pacífico e sustentável.

Já em “Como fazer um abridor de amanhecer”, Fernando Siqueira convida os participantes do FLI BH a brincar com a forma e o conteúdo de livros. Assim, valendo-se de várias expressões artísticas, como desenho, pintura, colagem, encadernação e técnicas pop-ups. Fernando é integrante do ALMA – Ateliê de Livros Malcriados, um espaço de criação destinado a publicações independentes. A oficina “Imprimindo letras”, com Gabriel Nascimento, também acontecerá novamente neste dia. 

Segunda-feira, 20/11

Na última mesa de debates do FLI BH, “Escrever, seguir escrevendo”, Bruna Kalil Othero e José Eduardo Gonçalves apresentam, respectivamente, “O Presidente Pornô” (Companhia das Letras, 2023) e “Pistas Falsas” (Patuá, 2023). Tal qual, conversam sobre a escrita, a publicação e a leitura de literatura no Brasil hoje. Também participa da mesa a fotógrafa, escritora e jornalista francesa Emilienne Malfatto, que foi repórter de guerra no Iraque e tem dois livros premiados. Já a última oficina é ministrada por Rodolfo Cascão, Mestre da Cultura Popular nomeado pelo 4º Prêmio da PBH em 2020, pelo seu trabalho com a Literatura de Cordel. “Vamos cordelizar – aprender a fazer e conhecer o  mundo do cordel” é para adolescentes, jovens e adultos. 

Poemas de Drummond, Cecília Meireles, Neusa Sorrenti, Silas Fonseca, Roseana Murray, Conceição Evaristo, Adriane Garcia, Manoel de Barros, Marcos Bagno e muitos outros, ganham vida no pátio do CCBB BH. Trata-se da participação do Coletivo Arautos da Poesia, que promove intervenções lúdicas e interativas. O dia do FLI BH também conta com a reapresentação do espetáculo de narração artística de histórias “O Menino Sabino”, com a Cia. Canta Contos. Beatriz Myrrha conta histórias para crianças e adolescentes em “Todo mundo cabe no mundo”. E também estará no fechamento do evento, com o Coral dos Desafinados, no Sarau “Canção Amiga”. A atração costura poemas, principalmente de Carlos Drummond de Andrade, com canções da MPB. 

Serviço

Festival Literário Internacional de Belo Horizonte – FLI BH

5ª edição – Etapa principal

Data: 16 a 20 de novembro

Local: Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450).

Entrada gratuita

Para algumas oficinas, é necessário retirar o ingresso gratuitamente na bilheteria do CCBB, uma hora antes do início da atividade (sinalizadas abaixo). 

Mais informações e programação completa: portalbelohorizonte.com.br/fli

Programe-se

Quinta (16/11)

9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG – 3º andar

9h às 10h – Narração de histórias com Wander Ferreira – Pátio 

14h às 15h – Roda de leitura “A Canção de Adity Bollà”, com Carlandreia Ribeiro e Wagner Junio Ribeiro. Pátio 

18h30 às 19h30 – Roda de leitura “Encontro das Águas: a poética de Conceição Evaristo e a voz insurgente de Lélia González”, com Carlandreia Ribeiro e Wagner Junio Ribeiro

Local: Pátio 

19h –  Abertura institucional FLI BH

19h30 às 21h – Conferência inaugural “A dimensão educativa no pensamento de Lélia Gonzalez”, com Nilma Lino Gomes; mediação: Dalva Maria Soares. Proscênio Teatro 1

SEXTA-FEIRA (17/11)

9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG – 3º andar

9h às 10h30 – Narração de histórias, com Paulo Fernandes – Pátio 

10h às 12h – Oficina “Meu Livro de Memórias”, homenagem a Drummond, com Beatriz Mom – 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

10h30 às 12h – Palestra “Histórias Indígenas”, com Yaguarê Yamã; mediação: Samuel Medina (FMC) – 3º andar I Auditório 1

14h às 15h – Narração de histórias, com Cia. Canta Contos – Pátio 

14h às 17h – Oficina ZineLab Lélia Gonzalez, com Karine Bassi – 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

14h às 17h – Oficina Gravura em embalagem longa vida, com Natália Gregorini -3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

14h30 às 15h30 – Roda de leitura “Histórias Indígenas”, com Yaguarê Yamã; mediação: Isabel Vieira e Agripina Vieira – 3º andar I Auditório 1 

16h às 17h30 – Palestra “Biblioteca da gente: tudo em todo lugar, ao mesmo tempo”, com Gonzalo Oyarzún (Chile); mediação: Cleide Fernandes (BH/SEBPM) e Patricia Renó (BPIJ/FMC) -3º andar I Auditório 1 

18h às 18h40 – Narração de histórias “Escrevivências de Conceição Evaristo”, com Maria Célia Nunes e Marly com Y -Pátio 

18h às 19h15 – Palestra “A quem pertence a nossa dor?”, com Silvério Trevisan, mediação: de Luiz Morando -3º andar I Auditório 1

19h às 20h – Espetáculo de narração artística de histórias “O menino Sabino”, com a Cia. Canta Contos – Pátio

19h30 às 21h – Mesa de debate “A escrita e a leitura de nossas existências”, com Jazz Orimauá (BH) e Karine Bassi (BH); mediação: Fredy Antoniazzi (BH / FMC) – 3º andar I Auditório 1 

SÁBADO (18/11)

9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG

10h às 19h – Feira de livros independentes – 3º andar

10h às 11h – Espetáculo teatral “Matias e a estrada infinita do tempo” – Cia. Bando – Pátio  

10h às 12h – Oficina “Meu livro de memórias”, homenagem a Drummond – Beatriz Mom – 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

10h às 13h – Oficina “Expressão literária como expressão pessoal” – João Silvério Trevisan – Sala de oficina 3 | 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

10h às 17h – Criação de ilustrações em homenagem a Carlos Drummond de Andrade , com Marilda Castanha, Nelson Cruz e Cecília Castanha – Pátio

10h30 às 12h30 – Mesa de Debate: “Escrever, publicar e ser lida: a potência dos prêmios literários”, com Bethânia Amaro e Juliana Leite; mediação: Etiene Martins – 3º andar I Auditório 1 

11h às 12h30 – Roda de leitura

com Carol Fernandes, Natália Gregorini e Ana Elisa Ribeiro; mediação: Patrícia Renó – Pátio

14h às 15h – Oficina Vivências Musicais, com Isaac Luís 

15h às 16h – Oficina Vivências Musicais, com Isaac Luís

Local: 3º andar I Auditório 2

14h às 15h30 – Mesa de debate: Clube do Livro BH, com Jim Anotsu e Lavínia Rocha; mediação: Letícia Pimenta – Pátio

14h às 15h – Oficina “Uma história pode ser uma brincadeira”, com Flávia Paixão – Sala de oficina 2 | 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB

14h às 15h30 – Mesa de Debate: “Contemporâneas: como escrevemos e publicamos hoje”, com Ana Elisa Ribeiro e Dalva Maria Soares; mediação: Rodrigo Teixeira – 3º andar I Auditório 1 

14h às 16h – Oficina “Inventando Passarinhos”, com Carol Fernandes -Sala de oficina 1 | 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB

14h às 17h – Oficina “Arte sequencial”, com Ana Cardoso 

Local: Sala de oficina 3 |  3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

16h às 17h – “Andanças Urbanas”, com Ananda – Cia. de Dança Contemporânea

Local: Pátio

16 às 18h – Mesa de debate: “Fé, ancestralidade e democracia: o direito de ser quem somos”, com Makota Célia Gonçalves de Souza e Pedrina de Lourdes Santos; mediação: Rafaela Lima. 

Local: 3º andar I Auditório 1 

16h30 às 18h30 – Oficina “Imprimindo letras: uma pequena experiência tipográfica”, com Gabriel Nascimento

Local: Sala de oficina 1 | 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

18h30 às 20h30: Mesa de Debate “Que histórias precisamos e desejamos contar?”, com Lilia Guerra (SP) e Laura Cohen (MG); mediação: Cecília Castro (BH) 

Local: 3º andar I Auditório 1 

18h30 às 20h – Slam Clube da Luta convida Lady la Profeta 

Local: Pátio 

DOMINGO (19/11)

9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG – 3º andar

10h às 10h40 – Roda de leitura, com Leo Cunha  – Auditório 1 | 3º andar

10h às 12h – Oficina “Como fazer um abridor de amanhecer”, com Fernando Siqueira – Sala de oficina 1 | 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

10h às 12h – Oficina “Temas do nosso tempo em colagem”, com Caio Ronin – Sala de oficina 3 | 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

10h às 11h – Sarau Todos Estão Surdos, com Flávio Maia, Ademar Alves, Gabriel Benfica, Crizin, Rosane Lucas e Eduardo Rodrigues – Pátio 

11h às 12h – Narração de histórias, com Grupo de Contadoras de Histórias da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil -Pátio

11h às 12h30 – Mesa de Debate: “Narrar e ler as experiências de ser criança”, com Mariana Rosa, Anna Cunha, Luana Tolentino; mediação: Daniela Figueiredo.  3º andar I Auditório 1 

11h às 12h – Oficina “Uma viagem pela floresta: desenho de criação”, com Júlia Azeredo 

14h às 15h – Oficina “Uma viagem pela floresta: desenho de criação”, com Júlia Azeredo – Sala de oficina 2 | 3º andar 

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB

14h às 15h30 – Oficina “Modelagem com massinha”

com Luiza Xavier -Sala de oficina 3 | 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB

14h às 16h – Oficina “Imprimindo letras: uma pequena experiência tipográfica”, com Gabriel Nascimento -Sala de oficina 1 | 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

14h às 15h – Espetáculo teatral para bebês Regalos, com o DaMa Espaço Cultural

15h30 às 16h30 – Espetáculo teatral para bebês Regalos, com o DaMa Espaço Cultural -3º andar I Auditório 2

16h às 16h40 – Narração de histórias, com Lua Gondi

Local: 3º andar I Auditório 1

17h às 18h – Mesa de homenagem: “Asas de papel para muitos voos da imaginação: homenagem a Marcelo Xavier”, com Lourdinha Mendes, Claudia Prates e Marcelo Xavier; mediação: Leida Reis. 

Local: 3º andar I Auditório 1

18h30 às 20h30 – Mesa: “Pensar, sentir e viver junto hoje: convites à experiência em tempos de vida digital”, com François Dosse e Deivison Faustino; mediação: Isabelle Chagas

Local: 3º andar I Auditório 1 

SEGUNDA-FEIRA (20/11)

9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG – 3º andar

10h às 10h50 –  Narração de poemas, com Arautos da Poesia, com Coletivo Arautos de Poesia – Pátio

14h às 15h – Narração de histórias “Todo mundo cabe no mundo”, com Beatriz Myrrha – Pátio

14h às 16h30 – Oficina “Vamos Cordelizar – aprender a fazer e conhecer o mundo do Cordel”, com Rodolfo Cascão – Sala de oficina 3 | 3º andar

Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade

18h30 às 20h – Mesa de Debate: “Escrever, seguir escrevendo”, com José Eduardo Gonçalves, Bruna Kalil Othero e Emilienne Malfatto; mediação: Lucas Amorim – 3º andar I Auditório 1 

18h às 18h40 – Espetáculo de narração artística de histórias “O menino Sabino”, com a Cia. Canta Contos (Bárbara Amaral, Babu Xavier e Tininho Silva) – Pátio

19h às 20h –  Sarau Canção Amiga, com Beatriz Myrrha e o Coral dos Desafinados -Pátio

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