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Curadoria de informação sobre artes e espetáculos, por Carolina Braga

Lançamento de IPALỌLỌ – Silêncio Novo – da cantora, compositora e produtora Amorina

Publicidade - Portal UAI
Foto: Mariana Seabra / Divulgação
[QUANDO]
09/11/2019 às 18:00
[QUANTO]
Gratuito
[ONDE]
Centro Cultural Vila Fátima - Rua São Miguel Arcanjo - Nossa Senhora de Fátima, Belo Horizonte - MG, Brasil


Informações de divulgação:

E no dia  09/12, no teatro Raul Belém, onde haverá a gravação do disco ao vivo  IPALỌLỌ – Silêncio Novo. Que posteriormente será disponibilizado em todas as plataformas de streaming (Spotify, YouTube e outros).

“Para onde vão as coisas que eu não deixo passar? Onde estão as coisas que me atravessaram? Onde estão as coisas que permanecem? Esse é um disco/show sobre o levar e o deixar. Sobre o que passa e o que fica e os significados múltiplos de perdão”, conta Amorina.

O novo disco surge de uma pesquisa recente da artista que reúne elementos modernos da música eletrônica a MPB.  Trata-se de um momento da carreira em que a artista mescla à identidade conceitual dos trabalhos produzidos ao longo dos 10 anos de carreira. “O momento agora é mostrar uma nova versão em uma junção da música eletrônica a elementos da música brasileira, afro,  pop e o jazz”, complementa.

Os shows tem o patrocínio e a realização da prefeitura de Belo Horizonte, através do Edital Cena Plural, na qual Amorina aprovou o lançamento do projeto, em 3 shows.

Em 2017, Amorina lançou seu primeiro disco solo, “Solidão e Tempo, a cantora que é formada em Artes Visuais, combinou música e imagem, em um álbum visual em que as artes se complementam nos videoclipes, encarte, show e, claro, nas canções.  Além de visitar cidades do interior de Minas Gerais com um show performático, cênico e com recursos multimídia, teve sua primeira turnê internacional circulando por algumas casas de show em Buenos Aires, na Argentina, e em algumas cidades interioranas neste mesmo país, em 2018.

Agora em seu novo trabalho, Amorina protagonizará um espetáculo cênico, performático e dançante com a pianista Glaw Nader que assina com a musicista, Débora Costa, a direção musical. As programações eletrônicas foram produzidas por Fred Selva e direção cênica e estética do espetáculo, cenário e figurino, ficam por conta de Fernanda Branco Polse.

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