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Dez apresentações brasileiras no COLORSxSTUDIOS

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Projeto COLORSxSTUDIOS destaca música de todas as partes com mundo em vídeos simples que tem a voz como protagonista

Por Joyce Vieira | Culturadora

O COLORSxSTUDIOS é um estúdio com estética própria. É um cenário simples, cores e um microfone. O visual é singular, mas o conceito do estúdio vai além disso. 

A intenção do COLORS é apresentar artistas de todo o planeta que merecem mais destaque. Sendo assim, a aposta nas cores. O fundo simples, sem outros elementos visuais, serve para que o foco esteja no artista e nada além dele. Ou seja, é uma oportunidade para que os convidados mostrem a música – e o talento – sem distrações.

O resultado dessa estética única e clean? Vídeos belíssimos com o melhor dos ritmos mundiais. 

Transcendendo os idiomas e barreiras impostas, o COLORS também conta com um site editorial que mostra, além das performances musicais, entrevistas e ensaios exclusivos com os artistas. Hoje destacamos para você apresentações brasileiras. 

Assista aos vídeos das apresentações brasileiras:

Emicida — São Pixinguinha

Emicida, grande nome do rap nacional, apresentou no COLORS uma das canções mais recentes que homenageia Pixinguinha, brilhante compositor da música brasileira que faleceu em 73. Emicida é, sem dúvidas, um dos nomes mais interessantes da arte nacional e tomara mesmo que ganhe cada vez mais destaque no mercado internacional. E olha que combinação mais linda: Emicida e Pixinguinha! Detalhe: no documentário AmarELO -É tudo pra ontem, disponível na Netflix, o rapper já faz uma referência ao compositor de Carinhoso.

Liniker — Presente

Artista da nova MPB já consagrada, Liniker mostra o tom suave característico da voz, as metáforas e jogos de palavras. ‘Presente’ é uma das canções do novo álbum, ‘Indigo Borboleta Anil’. O álbum, lançado no segundo semestre de 2021, marca a estreia solo da cantora (sem a banda Os Caramelows).

Budah — Quando Eu Te Olhei

Budah é uma promessa do rap nacional. Com voz suave e vibrante, levou para o COLORS uma versão mais romântica de si mesma na apresentação da música ‘Quando Eu Te Olhei’. Vale ficar de olho e acompanhar a carreira da moça!

Luedji Luna — Acalanto

Com performance chic e monocromática, Luedji Luna apresenta versão com arranjo mais voltado para o soul de ‘Acalanto’, uma das músicas de seu primeiro álbum ‘Um Corpo No Mundo’. Inclusive, elegância faz parte de tudo o que Luedji Luna faz. O jeito que canta, as músicas que escolhe para o repertório, os clipes. Assim, na apresentação do Colors não poderia ser diferente.

Ana Olic — Correnteza

Novata na cena brasileira, Ana Olic apresenta um som relaxante e com inspirações bem nacionais. O R&B está bem presente na canção ‘Correnteza’, que fala sobre a dificuldade de lidar com um amor não correspondido. A cantora é natural Mauá (SP). Além de cantar, também compõe e é instrumentista. Em resumo: multiartista.

Xenia França — Miragem

Xenia é uma das vozes da nova geração da música brasileira. Canta com voz potente, mas suave. No COLORS, escolheu ‘Miragem’, canção que apresenta quase como poema uma paixão desenfreada, mas que mantém os pés no chão. A música faz parte do primeiro álbum da cantora, lançado em 2017.

Mc Dricka — Gadinho de Faz Tempo

Representando a cultura popular, Mc Drika levou o funk para o COLORS. A artista apresentou a música ‘Gadinho de Faz Tempo’, cheia de flow e com o ritmo tão característico do gênero. Cheia de marra, Drika mostra que o Brasil é plural e tem espaço para todos os tipos de música.

ÀVUÀ — Comum

O duo ÀVUÀ fez uma das performances mais bonitas visualmente entre os listados. Os artistas cantam o romance de forma sensível na música ‘Comum’, que une belamente as vozes de Bruna Black e Jota.pê.

Zeca Veloso — Todo Homem

Em uma apresentação cru, usando só teclado e voz, Zeca Veloso (sim, o filho de Caetano) canta o amor e a necessidade que todo homem possui de uma figura materna presente. Uma canção forte e cheia de significado.

Rincon Sapiência — Mundo Manicongo

Por último, mas não menos importante, Rincon Sapiência. O artista canta ‘Mundo Manicongo’, manifesto sobre a vivência negra e o reforço da estética preta. O ritmo cantante que só Rincon possui preenche o estúdio.

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Rincón Sapiência. Foto: Reprodução COLORSxSTUDIO

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