Foto: Caio Gallucci / Divulgação
31 maio 2018

Culturadoria com as dicas para o seu fim de semana: 01 de junho

Mesmo com crise de abastecimento na área, feriado e talz a Culturadoria da semana está bem interessante. Curiosamente, teremos Wanderléa e Erasmo Carlos em destaque. Detalhe: em áreas bem distintas.

 

 

Foto: Caio Gallucci / Divulgação

60! Década de Arromba – Doc. Musical

É musical, minha gente, então os números são superlativos. Vinte cenários, 300 figurinos e dez toneladas de material. Portanto: Uau! Sabe o melhor disso tudo? Tem Wanderléa como protagonista da montagem que conta a história da década de 1960. A dramaturgia aborda o cenário político, social, comportamental e musical. Por isso, não deixa de ser uma homenagem a tudo o que a Jovem Guarda significa para a música brasileira. Além disso, são mais outros 23 atores, cantores e bailarinos no palco.

[O QUE] Espetáculo ‘60! Década de Arromba – Doc. Musical’, com Wanderléa [QUANDO] De 1 a 3 de junho, sexta e sábado, às 20h30 e Domingo, às 18h [ONDE] Sesc Palladium – Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro – BH [QUANTO] De R$ 25 a R$ 140.

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Foto: Denilson Cardoso / Divulgação

Lama

O Grupo Teatro Andante estava sumido. Volta com um espetáculo que promete aliar arte e política. Posicionamento. O que é ótimo. A montagem dirigida por Marcelo Bones fala sobre a tragédia de Mariana. Ângela Mourão divide a cena com Bruna Sobreira e Thiago Amador. A peça mistura as linguagens do teatro, música, cinema e dança. Em resumo: curiosidade define.

[O QUE] Espetáculo ‘LAMA’ [QUANDO] De 1 a 3 de junho, às 20h [ONDE] Galpão Cine Horto – Rua Pitangui, 3613, Horto – BH [QUANTO] R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

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Foto: Assessoria de Comunicação do Minas Tênis Clube / Divulgação

Silêncio.doc

O monólogo do ator Marcelo Varzea chega a BH bastante elogiado. Ele se baseou em uma situação real para desenvolver o texto. No caso, uma separação amorosa. Ou seja, aquele momento em que a figura, ao mesmo tempo em que precisa se recompor, fica tentando decifrar todos enigmas que levaram ao fim. Parece bem interessante! Na prática, a peça funciona como se fosse uma palestra sobre a dor de amor. Cativa pela emoção e, obviamente, o trabalho do ator.

[O QUE] Espetáculo ‘Silêncio.doc’ [QUANDO] 2 de junho, às 21h [ONDE] Teatro do Centro Cultural Minas Tênis Clube – Rua da Bahia, 2.244, Lourdes – BH [QUANTO] De R$ 30 a R$ 80.

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Foto: Rafael Motta / Divulgação

Orquestra Filarmônica

Tive a oportunidade de estar em um espetáculo da série Concertos para a Juventude e agora sempre recomendarei. Enfim, é muito legal. Entre uma execução e outra, o maestro explica sobre os instrumentos, sobre a obra que eles estão apresentando. É didático. É relevante sobretudo para quem não tem muita familiaridade com o universo erudito. O concerto deste domingo se concentra na sensibilidade da família das madeiras. No programa, estão as obras Suíte em Si bemol maior, op. 4, de R. Strauss; a Pequena Sinfonia, de Gounod; e a Serenata nº 12 em dó menor, K. 388, de Mozart. A regência é do maestro Marcos Arakaki.

[O QUE] Filarmônica em ‘Concertos para a Juventude – A sensibilidade da família das madeiras’ [QUANDO] 3 de junho, às 11h [ONDE] Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090, Barro Preto – BH [QUANTO] Gratuito.

 

Foto: Raul Krebs / Divulgação

Nenhum de nós

Nenhum de nós lança novo disco com altos flertes com o Uruguai. Doble Chapa, por exemplo, é uma expressão que define quem vive para aqueles lados. Thedy Corrêa (voz), Veco Marques e Carlos Stein (guitarras e violões), João Vicenti (teclados e acordeón), Sady Homrich (bateria) e, como músico convidado, Estevão Camargo (baixo e vocais) promovem interações com o pop & rock do país. Nenhum de nós tem mais de 30 anos de carreira. São 17 discos e 03 DVD’s lançados.

[O QUE] Lançamento do EP ‘Double Chapa’, da banda Nenhum de Nós [QUANDO] 2 de junho, às 21h [ONDE] Grande Teatro do Palácio das Artes – Av. Afonso Pena, 1537, Centro – BH [QUANTO] De R$ 40 a R$ 300.

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Foto: Roger Cipó / Arquivo Pessoal

Leci Brandão

Simples assim. Eis o nome básico que Leci Brandão deu ao disco lançado no ano passado. Ele sintetiza a comemoração dos 40 anos de carreira celebrados em 2015. Ela que é deputada estadual em São Paulo chega para uma roda de samba. Deste modo, o repertório terá só clássicos do estilo. Em suma: para quem gosta, eis uma pedida.

[O QUE] Leci Brandão [QUANDO] 2 de junho, às 13h [ONDE] Contemporâneo Gastrô Show – R. Rio Grande do Norte, 4, Santa Efigênia – BH [QUANTO] De R$ 30 a R$ 40.

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Foto: Nereu JR / Divulgação

Festival Meu Vizinho Pardini

O projeto que mensalmente ocupa praças de BH com arte está ficando cada vez mais robusto. No sábado teremos com Flávio Venturini, Ausier Vinícius e Grupo Pedacinhos do Céu, Juarez Moreira, Ana Cristina. Ou seja, atrações mineiras, de estilos diferentes mas que constroem certa harmonia juntas. A atração teatral da vez será o grupo Maria Cutia.

[O QUE] Festival Meu Vizinho Pardini com Flávio Venturini, Ausier Vinícius e Grupo Pedacinhos do Céu, Juarez Moreira e Grupo Maria Cutia [QUANDO] 02 de junho, às 10h [ONDE] Praça Floriano Peixoto – Santa Efigênia – BH [QUANTO] Gratuito

 

Foto: Ricardo Laf / Divulgação

FIQ

Em síntese: esse tipo de evento você tem que se jogar e aproveitar o que está sendo oferecido na hora que você puder ir pois são muitas coisas ao mesmo tempo. As atrações do Festival Internacional de Quadrinhos estarão tanto na Serraria Souza Pinto como na Casa Fiat de Cultura. A homenageada desta edição é a quadrinista Érica Awano. Entre os convidados internacionais de 2018 estão britânico Dave McKean, a belga Flore Balthazar, a francesa Gauthier, a alemã Claudia Ahlering e os italianos Zerocalcare e Mario Alberti. Há ainda, uma centena de convidadas e convidados nacionais, como Eloar Guazzelli, Marcelo D’Salete, Dika Araújo e Rebeca Prado. Confira aqui a reportagem sobre o FIQ.

[O QUE] 10º Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte [QUANDO] 30 de maio a 3 de junho de 2018 [ONDE] Serraria Souza Pinto – Avenida Assis Chateaubriand, 809, Centro – BH [QUANTO] Gratuito

 

 

 

Paraíso Perdido

A isca para mim neste filme é o fato de ser dirigido por Monique Gardenberg, cineasta, produtora phoda! Em seu novo longa, Erasmo Carlos é o protagonista. Ou seja, mais um motivo pra gente ficar de olho. Ele faz José, pai de três filhos, sendo um deles adotivo, e é avô de um casal de jovens. É uma família, marcada por perdas e desencontros, tenta ser feliz numa antiga boate chamada Paraíso Perdido, onde cantam músicas populares e românticas.

 

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