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Curadoria de informação sobre artes e espetáculos, por Carolina Braga

Confira cinco filmes com temática LGBTQI+ para ver na Netflix

Na seleção tem drama, romance e documentário. Aproveite a querentena para assistir.

Por Thiago Fonseca *

09/04/2020 às 10:48 | *Colaborador

Publicidade - Portal UAI
Moonlight Foto: Diamond Films / Divulgação

Os filmes com temática LGBTQI+ estão cada vez mais potentes e trazendo discussões importantes para os dias atuais. Seja qual for o gênero, romance, drama ou documentário, falar do assunto se tornou latente. Nesta lista, separamos cinco filmes em cartaz no catálogo da Netflix para você conhecer mais sobre o tema. Tem produção sobre relacionamento gay, lésbico, superação de vida e luta trans. Confira:

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

Direção Daniel Ribeiro, 2014, Romance, 96 min

A história de Leonardo e Gabriel encanta pela delicadeza e sensibilidade. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é uma produção brasileira que aborda a temática LGBTQI+ de uma forma leve e para adolescentes. Produzido e roteirizado por Daniel Ribeiro, o longa conta a história de Leonardo, um jovem cego, que tem a vida transformada com a chegada de um novo estudante no colégio. Uma história de amor, amizade e relacionamento. O filme foi o escolhido pelo Ministério da Cultura para representar o Brasil na competição de Oscar de melhor filme estrangeiro da edição de 2015. Além disso,  concorreu na categoria de Melhor Lançamento Limitado na 26ª edição dos Glaad Awards. 

Carol

Direção Todd Haynes, 2015, Romance, 118 min

Uma história de amor entre uma mulher rica casada e uma balconista, em plena década de 1950. Carol, longa de Todd Haynes, é um filme com roteiro sutil, com uma história fora dos padrões e que critica como as pessoas vivem de aparências. Um filme muito estético, tudo é pensado nos mínimos detalhes, com diálogos bem dosados e trilha sonora linda. Carol foi um dos grandes filmes de 2015, um dos romances lésbicos mais épicos da história do cinema. Vale a atenção. 

A Morte e Vida de Marsha P.Johnson

Direção David France, 2017, Documentário, 105 min

Enquanto enfrenta uma onda de violência contra mulheres trans, a ativista Victoria Cruz investiga a morte da amiga Marsha P. Johnson, em 1992. Em resumo, essa é a história do documentário de David France. Marsha foi uma lendária figura do gueto gay de Nova York, conhecida como Rosa Parks do mundo LGBTQI+. Ao lado de Sylvia Rivera, foi responsável por fundar a Transvestites Action Revolutionaries, um grupo de ativistas trans no país. Além do mostrar o legado de Marsha, o documentário tenta descobrir como ela foi morta e ainda levanta uma discussão sobre morte de trans mundo a fora. Uma bela forma de falar de uma causa tão importante e necessária. 

Paraíso Perdido

Direção Monique Gardenberg, 2018, Drama, 110 min

Paraíso Perdido é um filme sobre homofobia, violência contra a mulher, música brega e um grito de amor em era moralista. O longa, de Monique Gardenberg, cruza histórias de amor dos membros de uma família que administra uma antiga boate. A trama mostra o sofrimento de um homem cuja mulher desapareceu, a paixão de um travesti por um rapaz que não se aceita homossexual, o amor poligâmico entre duas ex-presidiárias e um policial. Tudo isso, embalado por música brega. No elenco, nomes como por exemplo, Erasmo Carlos, Seu Jorge e Jaloo. Sendo assim, o longa já levou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Trilha Sonora. 

Moonlight

Direção Barry Jenkins, 2016, Drama, 115 min

O longa, vencedor de dezenas de prêmios, entre eles o Oscar de Melhor Filme em 2017, conta a história de Chiron. Um jovem que tenta vencer na vida e deixar no passado as dificuldades e o preconceito de ter crescido pobre, negro e gay em um bairro perigoso. Um filme LGBTQI+ que fala sobre abandono, drogas, dúvidas em relação a sexualidade, preconceito e superação. A direção é Barry Jenkins. O longa é baseado na peça inédita In Moonlight Black Boys Look Blue de McCrane.

Paraíso Perdido - Foto: Vitrine Filmes / Divulgação
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